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Artigo Original - Ano 2016 - Volume 31 - Número 2

http://www.dx.doi.org/10.5935/2177-1235.2016RBCP0039

RESUMO

INTRODUÇÃO: A Cirurgia Plástica tem sido popularizada nos últimos anos, por meio do acesso aos procedimentos e exposição nos meios de comunicação. O contexto atual relata dificuldades no mercado de trabalho devido à competividade e diminuição de honorários. O objetivo deste estudo é relatar o perfil do cirurgião plástico que atua no Estado de Goiás.
MÉTODOS: A pesquisa foi realizada com cirurgiões plásticos que atuam no estado de Goiás registrados na regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) até janeiro de 2015. Os dados foram divididos em perfil socioeconômico e demográfico. Foram considerados como critérios de inclusão residência pelo Ministério da Educação ou pela SBCP e estar atuando em Cirurgia Plástica no estado de Goiás. Como critérios de exclusão ser médico residente em cirurgia plástica e não estar atuando na área de Cirurgia Plástica.
RESULTADOS: Obteve-se o índice de resposta de 70%. A maioria tem menos de 40 anos, masculino, casado, com 1 a 2 filhos, atuando em Goiás, há menos de 10 anos, são especialistas, trabalhando de 40 a 60 horas semanais e atuam na área estética e reconstrutiva e a maioria não usa auxiliar em mais de 50% das cirurgias realizadas.
CONCLUSÃO: O perfil do cirurgião plástico do estado de Goiás é o de um médico jovem, do sexo masculino, casado, com até 2 filhos, que atua principalmente na capital, sendo a maioria especialista, que trabalha de 40 a 60 horas semanais, e atuando na cirurgia estética e reconstrutiva.

Palavras-chave: Cirurgia plástica; Mercado de trabalho; Economia médica; Brasil.

ABSTRACT

INTRODUCTION: Plastic surgery has become popular in the recent years for the access to procedures and exposure in the media. The current scenario brings difficulties in the job market because of competitiveness and reduced fees. This study describes the profile of the plastic surgeons working in the state of Goias.
METHODS: The survey was conducted with plastic surgeons who work in the state of Goias and are registered in local chapter of the Brazilian Society of Plastic Surgery in January 2015. Data were divided into socio-economic and demographic profile. Inclusion criteria were residence certified by the Brazilian Ministry of Education or by the Brazilian Society of Plastic Surgery,, practice of plastic surgery in the state of Goias. We excluded residents in plastic surgery, and those who not practice in plastic surgery area.
RESULTS: Rate of response was 70%. Most participants were younger than 40 years old, men, married, with 1-2 children, work in Goias, had less than 10 years as a surgeion, had specialization in plastic surgery, work 40-60 hours weekly and main practice was in aesthetic and reconstructive area, the majority of them do not employ assistances in more than 50% of surgeries.
CONCLUSION: The profile of plastic surgeon in state of Goias is composed by young physicians, men, married, with no more than 2 children, and whom practice mainly in the state capital, most of them are specialists, work 40-60 hours per week, and their main practice is with aesthetic and reconstructive surgery.

Keywords: Surgery, plastic; Job market; Economics, medical; Brazil.


INTRODUÇÃO

A Cirurgia Plástica tem sido popularizada nos últimos anos, seja pela facilidade de acesso aos procedimentos, seja pela exposição nos meios de comunicação1.

A difusão de conhecimento, por meio da especialização em programas de residência permitiu que, após o treinamento, os cirurgiões plásticos possam ocupar regiões antes pouco procuradas, porém as regiões metropolitanas2,3 continuam como local de preferência, seja por apresentarem melhor infraestrutura, seja por ser nestes locais onde existe maior número de pessoas interessadas em realizar uma cirurgia.

Neste contexto, cirurgiões recém-formados e mais experientes têm relatado crescente dificuldade de imersão ao mercado de trabalho devido à diminuição de honorários2,4,5, escassez de opções de atuação nos hospitais públicos e maior exigência dos pacientes6,7.


OBJETIVO

Este estudo tem como objetivo relatar o perfil do cirurgião plástico que atua no Estado de Goiás.


MÉTODOS

Foi realizada uma pesquisa utilizando formulário socioeconômico com dados relacionados à atividade profissional, desenvolvido especificamente para a coleta de informações, com 17 perguntas de múltipla escolha. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética através da Plataforma Brasil, com registro CAAE 37151714.9.000.5078, como trabalho para conclusão de mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Goiás.

Os parâmetros avaliados foram: idade, estado civil, tipo de pós-graduação, sexo, locais em que atua como cirurgião plástico, quantidade de filhos, tempo de atuação, local de consultório, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), tipo de filiação à SBCP, atendimento por convênio, realização de plantões, carga de horário semanal, número de cirurgias por semana, tipos de cirurgia, uso de auxiliar e renda mensal. Os dados foram divididos em perfil sociodemográfico e profissional.

A coleta de dados foi realizada inicialmente pela internet, com envio de formulário desenvolvido no Google Forms aos membros da SBCP regional Goiás registrados até janeiro de 2015. Os e-mails foram enviados num intervalo de cerca de 30 dias, sendo que no último dia houve contato telefônico confirmando o envio do e-mail. Após este período, a pesquisa foi coletada pessoalmente, em cursos regionais ou no consultório ou hospital em que o cirurgião atuava.

Foram considerados como critérios de inclusão residência pelo Ministério da Educação ou pela SBCP e estar atuando em Cirurgia Plástica no estado de Goiás. Como critérios de exclusão ser médico residente em Cirurgia Plástica, não estar atuando na área de Cirurgia Plástica. Todos deveriam assinar o termo de consentimento informado, sendo garantido o anonimato.


RESULTADOS

Utilizando esta metodologia com e-mails, telefonemas e contato pessoal, obteve-se o índice de resposta, com 115 de 163 cirurgiões respondendo ao questionário. 59,5% tinham menos de 40 anos. Dentre os participantes, a maioria pertence ao sexo masculino, casado, com 1 a 2 filhos, atuando em Goiás e recebendo um salário bruto superior a R$ 30.000,00 (Tabela 1).




O principal local do consultório é em Goiânia, a maioria atua há menos de 10 anos, é especialista pela SBCP, não possui pós-graduação strictu sensu, atende principalmente convênios e particulares, trabalhando de 40 a 60 horas semanais, realizando menos de 3 cirurgias por semana, não faz plantões, atua na área estética e reconstrutiva e a maioria não usa auxiliar em suas cirurgias em mais de 50% das cirurgias realizadas (Tabela 2).




Foram ainda comparados dados relacionando a renda mensal, com: o tempo de atuação como cirurgião plástico (Tabela 3), a carga horária semanal (Tabela 4) e o número de cirurgias por semana (Tabela 5).








DISCUSSÃO

Estudos relacionando Cirurgia Plástica, economia e mercado8,9 são comuns principalmente nos Estados Unidos e Canadá. No Brasil, poucos estudos foram direcionados sobre esta relação.

Em 2009, estudo realizado pela SBCP com amostra de apenas de 10% de respostas, abordando a situação geral do cirurgião plástico no país. Em 2010, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) estudou o mercado da cirurgia plástica, com índice de resposta de 8%3). Em 2013, Araújo et al.2 publicaram estudo no Paraná com amostra de 40,5%, sendo que neste estudo obteve se uma amostra de 70% da população da região. Acreditamos que o trabalho inicial com um cálculo amostral previamente estabelecido como objetivo, com um desenho prévio do estudo para a obtenção dos dados possibilitou o alcance de uma amostra representativa dos cirurgiões plásticos do Estado de Goiás.

A maioria da população neste estudo é composta por cirurgiões plásticos jovens, do sexo masculino, membros especialistas da SBCP, que atuam há menos de 10 anos. Nossos dados diferem quanto aos encontrados por Araújo et al.2 e os do Datafolha em relação à maioria dos cirurgiões que responderam ter maior tempo de atuação. Quanto à maioria ser do sexo masculino, os dados demonstram claramente a dificuldade de equilíbrio com a vida particular encontrada para o sexo feminino no exercício da área cirúrgica em Medicina.

O estudo do Datafolha teve as respostas dadas por 65% de especialistas, o paranaense 68% e este 48,7%. Nas cirurgias realizadas no SUS 35% dos cirurgiões paranaenses realizam contra apenas 14 % no estado de Goiás.

Segundo Krieger e Lee10, em estudo publicado em 2004, ocorreu uma mudança na atuação do cirurgião plástico norte-americano, que passou a privilegiar as cirurgias estéticas em relação às reparadoras devido ao achatamento dos honorários pagos pelos convênios10-13. Tal fato é claramente percebido em nosso país, onde são baixíssimos honorários oferecidos pelos convênios e salários defasados aos que exercem a Medicina no SUS. A associação destas situações acaba influenciando na decisão do cirurgião plástico em terminar a residência e buscar sua atuação principalmente na área da cirurgia estética14,15. Neste estudo, cerca de 30% realizavam somente cirurgia estética e o restante praticava a cirurgia na área estética e reconstrutiva.

Observando o tempo de atuação, no estudo paranaense a maior parte dos cirurgiões tem de 10 a 20 anos de atuação. Neste estudo, a maioria dos participantes tem menos que 10 anos de atuação. Quando comparados aos dados do Datafolha, 68% dos cirurgiões avaliados tinham menos de 15 anos de atuação. Esses dados demonstram a grande quantidade de cirurgiões mais jovens que tem adentrado a especialidade e que justificam um maior acirramento do mercado em disputas por espaço e preço.

A estabilização econômica no início deste século permitiu um aumento pela demanda na cirurgia estética, que, associada ao aumento do número de cirurgiões plásticos, criou um mercado mais competitivo, com diminuição dos honorários12, mercantilização da mão de obra e a invasão de operadoras. No estudo realizado no Paraná houve uma caracterização quanto ao marketing e formas de pagamento dos cirurgiões locais. Neste estudo não houve a pesquisa deste aspecto.

Em nosso estudo a maioria trabalha de 40 a 60 horas por semana, realizando até 10 cirurgias por semana, estéticas e reconstrutivas. Resultado semelhante foi observado por Araújo et al.2, em que no Paraná uma parcela importante dos cirurgiões faz 10 a 20 cirurgias/mês, seguidos pelos que fazem 20 a 30 cirurgias mensais. O Datafolha mostrou uma média de três cirurgias estéticas por semana, demonstrando que os dados encontrados se assemelham com a literatura nacional.

Artigos5,7,10,11,16-18 relatam que após 20 anos de formado o número de cirurgias por mês diminui, visto que nesta fase da carreira o cirurgião reduz o volume por opção própria ou circunstâncias da própria carreira. Em nosso estudo não foi evidenciada diminuição de volume do número de cirurgias após 20 anos de carreira.

Quando comparamos a renda mensal com algumas variáveis, percebemos que, após 10 anos de exercício, este profissional apresenta uma melhora na renda mensal e que ocorre um aumento do número de cirurgias, mostrando que com o tempo os resultados do trabalho são colhidos. A renda mensal relacionada à carga horária semanal não apresentou resultado significativo. Tal fato pode ser justificado porque no início da carreira o cirurgião acaba tendo que dar plantões e após vários anos de exercício apresenta aumento do número de clientes, do número de cirurgias e do número de horas trabalhadas semanalmente.

Ao ser perguntado sobre o uso de auxiliar em cirurgias, apenas 40% utilizam em mais de 50% de suas cirurgias. No Paraná 52,8% não utilizam auxiliar em suas cirurgias. Excetuando os casos em que se apresentam cirurgias de pequeno porte e a lipoaspiração, cirurgias de maior porte deveriam ter a presença de outro colega, aumentando a segurança do paciente e permitindo ganho de experiência aos recém-chegados ao mercado de trabalho, aprendendo técnicas, bem como a forma de cobrança ética e evitando que estes tenham que dar plantão em outras áreas que não a plástica.

Neste estudo foi evidenciado que 30% dos cirurgiões plásticos trabalham como plantonistas em outra área da Medicina. Tal dado é preocupante, porque relata que os cirurgiões em início de carreira não têm sido absorvidos de forma eficiente pelo mercado, obrigando os a realizar plantões para manter o sustento familiar.

A participação de um auxiliar cirurgião pode proporcionar uma solução para que este cirurgião iniciante não tenha necessidade dar plantões em outras áreas, provoca menor tempo cirúrgico, diminui o tempo de anestesia e ajuda no menor risco cirúrgico e obedece à resolução CFM 1490/9819, que versa sobre a composição da equipe cirúrgica, estabelecendo que a operação é responsabilidade do cirurgião titular e que o cirurgião auxiliar pode ser necessário em caso de impedimento de o titular continuar o ato.

Conforme citado por Araújo et al.2, poderíamos ajudar jovens cirurgiões a iniciar suas carreiras de maneira correta e, certamente, mais segura, evitando que sejam seduzidos por intermediadoras que visam apenas a explorar a atividade médica e a aumentar seus lucros. Indiretamente, estamos valorizando nossa especialidade, pois sacrificamos boa parte de nossas vidas para obter a formação adequada que culmina com o título de especialista.

O estudo em questão apresenta dados que demonstram a diminuição de honorários, aumento de situações estressantes pela mídia, a presença de intermediadoras buscando a exploração da mão de obra médica, falta de cooperação entre os colegas como fatores que pioram a realidade do cirurgião plástico em sua atuação, sugerindo a necessidade de novos estudos que confirmem tais dados e possam ser usados como evidência na busca de mudanças que melhorem a profissão.


CONCLUSÃO

O perfil do cirurgião plástico do estado de Goiás é o de um médico jovem, do sexo masculino, casado, com até dois filhos, que atua principalmente na capital, sendo a maioria especialista, que trabalham de 40 a 60 horas semanais, em sua maioria atuando na cirurgia estética e reconstrutiva.


COLABORAÇÕES

FCFA Análise e/ou interpretação dos dados; análise estatística; aprovação final do manuscrito; concepção e desenho do estudo; realização das operações e/ou experimentos; redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.

PRP Redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.

CCP Análise e/ou interpretação dos dados; análise estatística; aprovação final do manuscrito; concepção e desenho do estudo; realização das operações e/ou experimentos; redação do manuscrito ou revisão crítica de seu conteúdo.


REFERÊNCIAS

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1. Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, São Paulo, SP, Brasil
2. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, Brasil
3. Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, Goiânia, GO, Brasil
4. Hospital de Clínicas - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, Brasil

Instituição: Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, Goiânia, GO, Brasil.

Autor correspondente:
Fabiano Calixto Fortes de Arruda
Rua T-50, 540 - Setor Bueno
Goiânia, GO, Brasil CEP 74215-200
E-mail: arrudafabiano@hotmail.com

Artigo submetido: 5/11/2015.
Artigo aceito: 10/2/2016.
Conflitos de interesse: não há.

 

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