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Artigo Original - Ano 2014 - Volume 29 - Número 1

http://www.dx.doi.org/10.5935/2177-1235.2014RBCP0008

RESUMO

INTRODUÇÃO: Sheen descreveu pela primeira vez uma má posição cefálica das cartilagens alares como a «deformidade em forma de parênteses». O objetivo deste trabalho foi analisar os resultados do tratamento desta deformidade pela rotação caudal da cruz lateral.
MÉTODO: Foi realizado estudo retrospectivo, com 49 casos, operados entre Julho 2011 e Janeiro 2013 na 2ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e em uma clínica particular.
RESULTADOS: A maioria dos pacientes (76% dos casos) tinha a forma severa desta deformidade, os outros apresentavam uma forma moderada (24% dos casos). Cinquenta e sete por cento dos pacientes tinham um "boxy tip" e um piçamento alar inicial, 61% apresentavam uma retração alar e 8% um colapso da válvula externa. O «boxy tip" foi corrigido em 100% dos casos, a retração alar inicial foi corrigida em 97% dos casos, o pinçamento alar em 96% e o colapso da válvula externa foi tratado em 100% dos casos. Os 3 casos de recidiva unilateral foram corrigidos pela mesma técnica durante uma segunda rinoplastia.
CONCLUSÕES: Este trabalho mostra que a rotação caudal da cruz lateral permite tratar a deformidade descrita por Sheen com poucas recidivas e sem complicações graves.

Palavras-chave: Cirurgia Plástica; Rinoplastia; Cartilagens Nasais; Colapso Estrutural; Complicações Pós-Operatórias.

ABSTRACT

INTRODUCTION: Alar cartilage cephalic malposition was first described as a parenthesis-shaped deformity by Sheen. The aim of this study was to analyze the results of treatment by caudal rotation of the lateral crus for this deformity.
METHOD: A retrospective study was conducted with 49 cases, operated on between July 2011 and January 2013 at the 2nd Infirmary of the Santa Casa da Misericórdia in Rio de Janeiro and at a private clinic.
RESULTS: Most of the patients (76% of cases) had a severe form of this deformity. All others presented with a moderate form (24% of cases). Fifty seven percent of the patients (57%) had a "boxy tip" and an initial alar pinching, 61% showed alar retraction and 8%, external valve collapse. The "boxy tip" was corrected in 100% of cases; initial alar retraction, 97%; alar pinching, 96%; and external valve collapse, 100%. The 3 cases of unilateral relapse were corrected by the same technique during a second rhinoplasty.
CONCLUSIONS: This study shows that caudal rotation of the lateral crus can treat the deformity described by Sheen with a small number of relapses and without serious complications.

Keywords: Plastic Surgery; Rhinoplasty; Nasal Cartilages; Structural Collapse; Postoperative Complications.


INTRODUÇÃO

A cartilagem alar em posição cefálica foi descrita pela primeira vez por Sheen1. Segundo Sheen, trata-se de cartilagem alar com crura laterais orientadas para o canto medial ao invés do canto lateral da pálpebra1. Constantian2 descreve essa variação anatômica como uma "má posição da cartilagem alar", na qual a cruz lateral é rodada anteriormente e se afasta do plano da narina com um ângulo de 45º ou mais. Hamra3 define essa variação como "cruz lateral mal rodada" e apresenta uma técnica para recolocá-la na "posição anatômica correta". Segundo Peck4 e Rees5 essa "má posição" de cartilagem alar recebeu pouca atenção apesar de ser uma variação anatômica comum . Daniel6 no seu trabalho de medições feitas em 50 casos consecutivos, define como "má posição cefálica da cruz lateral" quando for situada à 7 mm, ou mais, do centro da borda narinária. Clinicamente, a borda narinária aparece pinçada, e a ponta quadrada "boxy tip", um aspecto descrito como "deformidade em forma de parênteses7. Hamra3 afirma, adiante a grande frequência dessa condição anatômica, que é mais apropriado chamá-la de "posição cefálica" de cartilagem alar do que de "má posição".

A posição cefálica da cartilagem alar deixa a asa sem sustentação cartilaginosa eficiente7,8. É importante identificar esta variação de posição de cartilagem alar no pré-operatório e durante a cirurgia, pois a ressecção, do excesso de cartilagem alar mal posicionada, pode causar um enfraquecimento das crura laterais, que vão ceder às forcas de tração cefálica devidas à retração cicatricial7. Sem tratamento adequado, uma retração e pinçamento alar ("notching") podem aparecer no pós-operatório tardio, bem como um colapso da válvula externa por falta de sustentação cartilaginosa8,9.


OBJETIVOS

Objectiva- se com este trabalho descrever a técnica de rotação caudal de cartilagem alar baseada na técnica de Sheen e mostrar seus resultados em 49 casos operados.


MÉTODO

Foi realizado estudo retrospectivo, com 49 casos de pacientes que apresentavam a "deformidade de cartilagens alares em forma de parênteses" e que se beneficiaram de uma rinoplastia com rotação caudal das crura laterais, entre Julho 2011 e Janeiro 2013, na 2ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e em uma clínica particular.

Todos os pacientes se submeteram à rinoplastia aberta com anestesia geral e intubação oro-traqueal.

Depois da marcação dos domos e das incisões com Azul de Metileno, o nariz é infiltrado com uma solução com adrenalina 1/100 000 para diminuir o sangramento per-operatório e facilitar a dissecção (hidro dissecção). Uma incisão marginal e transcolumelar, em forma de "V invertido", são realizadas para acessar as cartilagens alares (Figura 1) que são descoladas (Figura 2) . O excesso de cartilagem nas crura laterais é avaliado e ressecado na borda céfalica e/ou caudal (Figura 3).


Figura 1. Incisão marginal e transcolumelar


Figura 2. Descolamento e exposição das cartilagens alares


Figura 3. Ressecção do excesso das crura laterais



A ressecção do excesso caudal permite evitar irregularidades na borda narinária9. Procede-se a um descolamento completo das crura laterais e do domo (liberação da pele do vestíbulo) para poder exteriorizá-las (Figura 4 e 5). Em seguida, um "strut columelar" é fixado entre as duas crura mediais para manter a sustentação da ponta. Em alguns casos de cruz lateral muito fraca e/ou curta, é associado um enxerto cartilaginoso que é fixado para reforçar sua sustentação ("lateral crural strut graft") (Figura 6).


Figura 4. Liberaçāo completa da pele do vestíbulo das crura laterais


Figura 5. Rotaçāo caudal das crura laterais


Figura 6. Fixação dos enxertos "lateral crural strut grafts"



A extremidade lateral desse enxerto ("lateral crural strut graft") é apoiada na borda da abertura piriforme, como preconiza o Gunter10, para evitar o deslocamento medial do enxerto. São dados pontos transdomais e interdomais, com fio Nylon 5/0, para manter as crura laterais na nova posição (Figura 7). Com uma tesoura de ponta fina, uma loja é feita na borda narinária de cada lado para encaixar as crura laterais rodadas (Figura 8). Depois da rotação caudal, a cruz lateral fica ancorada na loja confeccionada (Figura 9). Em alguns casos, para maior segurança, a cartilagem é fixada com pontos frouxos de Nylon 6/0 transcutâneos (Figura 10) ou com ponto de Monocryl 5/0 na pele do vestíbulo.


Figura 7. Pontos transdomais e interdomais para manter as crura laterais na nova posição


Figura 8. Confecção das lojas para encaixar as crura laterais rodadas


Figura 9. Introdução das crura laterais dentro das lojas


Figura 10. Fixação das crura laterais com pontos transcutâneos frouxo



Foi analisada a faixa etária dos pacientes, sexo, raça, tipo de pele, características clínicas das cartilagens alares, as modalidades cirúrgicas usadas para tratar a deformidade e as intercorrências observadas no pós-operatório.


RESULTADOS

Na mostra estudada, 40 pacientes foram do sexo feminino (82%) e 9 do sexo masculino (18%). A idade média observada foi de 33 anos, com extremos de 18 e 74 anos (figura 11). Trinta e um pacientes foram Caucasianos (63%), 18 Afrodescendentes (37%) e nenhum paciente Oriental pertence à nossa mostra.


Figura 11. Faixa etária dos pacientes



Em 90% dos casos (44 pacientes) foi uma rinoplastia primária, em 4 pacientes foi secundária e em uma paciente foi terciária.

Trinta e cinco por cento dos pacientes (17 casos) tinham pele grossa, 24% pele fina (12 pacientes) e 41% tinham pele considerada como intermediária (20 pacientes). Em 76% dos casos (37 pacientes) a cruz lateral estava orientada para o canto medial da pálpebra, e em 24% tinha uma orientação intermediária (12 pacientes).

As características clínicas das cartilagens alares, relacionadas à sua deformidade em forma de "parênteses", foram resumidas na figura 12. Encontramos um excesso de cartilagem alar em 61% dos casos (30 pacientes), assimetria das alares em 18% (9 pacientes) e cruz lateral côncava em 12% dos casos (6 pacientes).


Figura 12. Características da deformidade em forma de "parênteses"



As modalidades cirúrgicas usadas para tratar as deformidades foram resumidas na figura 13.


Figura 13. Modalidades cirúrgicas para tratar as alares em forma de "parênteses"



O "boxy tip" foi corrigido em 100% dos casos, as pacientes 1, 2 e 3 foram escolhidas para ilustrar essa correção (figuras 14 a 18). A retração alar inicial foi tratada com sucesso em 97% dos casos. As pacientes 1, 2 e 3 apresentam três graus diferentes de retração alar, todas corrigidas pela técnica (figuras 14 a 18). O pinçamento alar foi corrigido em 96% dos casos, como aparece na figura 15. O colapso da válvula externa foi tratado com sucesso em 100% dos casos, a paciente 4 foi escolhida para representar essa correção (figura 19).


Figura 14. Paciente 1: vista frontal e ¾ direita: paciente de 37 anos com Boxy Tip, crura laterais orientadas para o canto medial, retração alar marcada bilateral e pinçamento alar à esquerda. Foram corrigidas todas estas características com a técnica descrita.


Figura 15. Paciente 1: perfil direito vista da base nasal


Figura 16. Paciente 2: vista frontal e ¾ esquerda: paciente de 24 anos com Boxy Tip, retração alar moderada bilateral e crura laterais orientadas para o canto medial. Todas as características da deformidade foram corrigidas pela mesma técnica.


Figura 17. Paciente 2: perfil esquerdo e vista da base nasal


Figura 18. Paciente 3: paciente de 29 anos, com Boxy Tip, crura laterais orientadas para o canto medial e apresentando uma discreta retração alar bilateral. A mesma técnica permitiu de corrigir todas as características citadas.


Figura 19. Paciente 4: paciente de 27 anos, com colapso da válvula externa, apresentando crura laterais côncavas e orientadas para o canto medial. Todas essas características foram corrigidas.



A figura 20 mostra as intercorrências pós-operatórias encontradas em 3 casos, ou seja, 6% dos pacientes. Esses 3 pacientes se beneficiaram de uma segunda rinoplastia depois de 1 ano e não sofreram nenhuma complicação pós-operatória.


Figura 20. Complicações



DISCUSSÃO

Sheen11,12 descreveu quatro características desta deformidade:

1 - Na fotografia de frente, a borda caudal da cruz lateral aparece quase perpendicular à borda narinária, criando uma descontinuidade visível na borda narinária. Ele a chamou de "deformidade em forma de parênteses". Entre Julho 2011 e Janeiro 2013, todos os pacientes que apresentavam este aspecto foram incluídos em nosso trabalho e foram tratados pela rotação caudal da cruz lateral. A maioria deles (76% dos pacientes) tinha a forma severa dessa deformidade, os outros apresentavam uma forma moderada (24% dos casos).

2- Uma ponta larga, quadrada "boxy tip". Esta característica foi encontrada em 57% de nossos pacientes.

3 - Pinçamento da borda narinária devido à falta de sustentação. O pinçamento inicial foi observado em 57% de nossos casos.

4 - Na vista da base do nariz, o seu contorno parece quadrado (aspecto encontrado em 57% dos pacientes de nossa mostra).

Sheen11 descreveu a técnica de rotação caudal das crura laterais para tratar esta deformidade. Nós acrescentamos o enxerto alar ("lateral crural strut graft") descrito pelo Gunter10: esse enxerto é indicado, segundo Gunter, para tratar uma retração alar, um colapso da válvula externa, uma cruz lateral convexa, côncava ou mal posicionada. Segundo o mesmo autor, a fonte preferida para esse tipo de enxerto é a cartilagem septal, mas se tiver uma depleção dessa, a cartilagem costal deve ser usada10. Existem outras modalidades para corrigi-la.

O enxerto cartilaginoso, na borda narinária ("alar rim graft"), pode ser usado em casos leves de retração (3-4 mm) quando tiver forro nasal e pele com elasticidade adequada, permitindo expansão da asa retraída13. Para casos mais severos, podemos usar enxertos compostos, enxertos cartilaginosos fixados na cruz lateral ("lateral crural strut graft") ou enxerto cartilaginoso para evitar o colapso da válvula externa ("alar batten graft")7.

A rotação caudal das crura laterais foi nossa técnica de escolha (100% dos pacientes), pois se tratava de pacientes com a deformidade descrita por Sheen na sua forma severa (76% dos casos) ou na sua forma moderada (24% dos casos). Nenhuma forma discreta que podia justificar um "alar rim graft" foi encontrada. O "lateral crural strut graft" foi indicado junto com a rotação caudal em 27 pacientes (55% dos casos), pois apresentavam uma cruz lateral fraca e/ou côncava, querendo garantir assim uma boa definição e uma boa sustentação da borda narinária. O uso de enxertos de cartilagem septal é indicado por vários autores em caso de cartilagem alar hipoplásica14,15. Em nossa mostra, nenhum caso de retração cicatricial da pele do vestíbulo justificou o uso de enxerto composto.

Uma incisão cuneiforme nos domos foi proposta por vários autores8,9 para diminuir a tensão nos domos na hora da rotação caudal, facilitando assim sua aproximação. Esta incisão foi usada em 15% de nossos casos.

Houve 3 casos de recidiva unilateral da deformidade depois da rotação caudal (6% dos pacientes). Nos 3 casos, as crura laterais não foram fixadas nas lojas confeccionadas. Estes 3 pacientes se beneficiaram de uma segunda rinoplastia, com uma nova rotação caudal das crura laterais e fixação na loja. Não houve nenhum caso de recidiva desde que começamos a fazer essa fixação de rotina.

Em 97% dos casos a retração alar inicial foi corrigida, o pinçamento alar em 96% e o colapso da válvula externa em 100% dos casos. Não houve nenhum caso iatrogênico de retração ou pinçamento alar, nem de colapso de válvula externa. Constantian16 mostrou em seu trabalho que o colapso da válvula externa acontece no momento da inspiração, quando a borda narinária ficar sem sustentação cartilaginosa. A rotação caudal da cruz lateral em posição cefálica forneceria um bom suporte à borda narinária, melhorando o aspecto funcional e estético, como mostram também nossos resultados.


CONCLUSÕES

A deformidade das cartilagens alares em forma de "parênteses" deve ser reconhecida na hora do planejamento cirúrgico, pois a ressecção, do excesso alar, deixa a asa sem sustentação nestes casos7, podendo causar uma retração e um colapso da válvula externa no pós-operatório tardio8,9.

Realizamos um estudo retrospectivo, com 49 casos tratados pela rotação caudal das crura laterais, entre Julho 2011 e Janeiro 2013. Os resultados obtidos nós encorajaram a fazer dessa técnica a nossa primeira opção para tratar esta deformidade.


REFERÊNCIAS

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3. Hamra S. Repositioning of the lateral alar crus. Plast Reconstr Surg. 1993;92(7):1244-53.

4. Peck GC. Techniques in aesthetic rhinoplasty. 2nd ed. Philadelphia: JB Lippincott. 1990. p.17-28.

5. Rees TD. Aesthetic plastic surgery. Philadelphia: WB Saunders.1980: p.181-187.

6. Daniel RK. Discussion: the two essential elements for planning tip surgery in primary and secondary rhinoplasty: observation based on review of 100 consecutive patients. Plast Reconstr Surg. 2004;114(6):1582-5.

7. Boahene KD, Hilger PA. Alar rim grafting in rhinoplasty: indications, technique, and outcomes. Arch Facial Plast Surg. 2009;11(5):285-9.

8. Hamra ST. Repositioning the lateral alar crus. Plast Reconstr Surg. 1993;92(7):1244-53.

9. Rochira D, Ottaviani A. Malposition of alar cartilages: a personal modification of the Sheen technique. Plast Reconstr Surg. 2008;122(2):72e-3e.

10. Gunter JP, Friedman RM. Lateral crural strut graft: technique and clinical applications in rhinoplasty. Plast Reconstr Surg. 1997;99:943.

11. Sheen JH, Sheen AP. Aesthetic Rhinoplasty, 2nd Ed. St Louis: Mosby, 1987.

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16. Constantian MB. The external Nasal Valve: The Forgotten Element in Rhinoplasty Diagnosis and Treatment. Presented at the Annual Meeting of the American Society of Aesthetic Plastic Surgery; May 1992; Los Angeles, USA.










1. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Professor da 2ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
2. Diploma de Cirurgia Geral - Pós-Graduando no Instituto Ivo Pitanguy
3. Professor Titular de Cirurgia Plástica da Universidade Federal Fluminense - Livre Docente de Cirurgia Plástica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Livre Docente de Cirurgia Plástica da Universidade Federal Fluminense - Doctor Honoris Causa da Universidade Simom Bolivia (Colômbia) - Professor Associado do Instituto Ivo Pitanguy - Professor-Assistente da 2a Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro - Membro Emérito da Academia Fluminense de Medicina - Membro Emérito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Membro Emérito do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Instituição: 2a Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro

Autor correspondente:
Ali Bouchama
Rua Santa Luzia, 206 - Centro
Rio de Janeiro (RJ) - CEP: 20020-020
E-mail: alidocsurf@gmail.com

Artigo submetido: 18/06/2013
Artigo aceito: 25/11/2013

 

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