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Epidemiology of facial trauma at the plastic surgery and burns service of the Santa Casa de Misericórdia de São José do Rio Preto

Pamela Daniela da Silva Massuia; Frederico Guilherme Lopes Silveira; Leonardo Fiorilli Assunção; Eliane Regina Bueno Ribeiro Garcia; Valdemar Mano Sanches
Rev. Bras. Cir. Plást. 2014;29(2):221-226 - Original Article

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ABSTRACT

INTRODUCTION: Trauma is a major public health problem in all countries, and injuries involving the facial region are very common. This study aims to assess the epidemiological data of patients who suffered facial trauma with fracture. METHODS: Epidemiological study conducted on 92 patient records. Individuals with facial trauma of any intensity presenting between January 2009 and January 2013 were selected and grouped according to the etiology and location of fractures. Data were presented as absolute values and percentages. RESULTS: There was a higher prevalence of male patients. The most frequent cause of facial trauma was interpersonal violence in most groups, except for those over 45 years old, for whom the predominant causes were falls and car accidents. The frequency of the causes varied according to age: <18 years, 19-25 years old, 26-35 years old, 36-45 years and> 45 years. Seventy-five percent of mandibular fractures were unilateral and 25% bilateral. Surgical fixation with plates was the most common treatment. In our study, fourteen patients had postoperative complications. CONCLUSION: There is a need for systemized care for facial trauma. The variation in the age range found among the studied patients demonstrates that facial trauma includes individuals of any age, although it is more common among young people. We believe that this epidemiological study will enable the improvement of the quality of care for patients with facial trauma.

Keywords: Epidemiology; Facial Bones/injuries; Maxillofacial Fractures; Nasal fracture; Facial Trauma.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO: O trauma é um dos principais problemas de saúde pública em todos os países, sendo os que acometem a região facial muito frequentes. O presente trabalho objetiva avaliar dados epidemiológicos de pacientes que sofreram trauma de face com fratura. MÉTODOS: Estudo epidemiológico realizado por meio dos prontuários de 92 pacientes. Foram selecionados indivíduos com trauma facial de qualquer intensidade, no período de janeiro de 2009 a janeiro de 2013, e agrupados de acordo com a etiologia e a localização das fraturas. Os dados coletados foram apresentados em valores absolutos e porcentagens. RESULTADOS: Houve prevalência de pacientes do sexo masculino. A etiologia do trauma de face mais encontrada foi a violência interpessoal, observada na maioria dos grupos, exceto naquele acima de 45 anos, cuja predominância etiológica foi de queda e acidente de automóvel. A incidência das causas variou de acordo com a faixa etária: < 18 anos, de 19 a 25 anos, de 26 a 35 anos, de 36 a 45 anos e > 45 anos. Setenta e cinco por cento das fraturas de mandíbula foram unilaterais e 25%, bilaterais. O tratamento cirúrgico de fixação com placas foi o mais utilizado. No nosso estudo, catorze pacientes apresentaram complicação pós-cirúrgica. CONCLUSÃO: Há necessidade de um atendimento sistematizado para os traumas faciais. A variação na faixa etária encontrada entre os pacientes estudados demonstra que o trauma facial abrange indivíduos em qualquer idade, embora seja maior entre os jovens. Acreditamos que o presente estudo epidemiológico possibilitará a melhora da qualidade no atendimento aos pacientes com trauma facial.

Palavras-chave: Epidemiologia; Ossos Faciais/Lesões; Fratura Maxilomandibular; Fratura Nasal; Trauma de Face.

 

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