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Artigo Original - Ano 2010 - Volume 25 - Número 2

ABSTRACT

Introduction: The modified mini-facelift is based on a standardized tecnic consisting of a minimum undermining marked preoperatively. The plication of the muscle-aponeurotic superficial (SMAS) is done pulling all the tissues of the face, promoting facial rejuvenation with the maintenance of a flap with a lower risk of necrosis by maintaining smaller undermining area and minimum area for hematomas. Methods: We operated on 36 patients undergoing rhytidectomy technique of modified mini-lifting as they fulfilled the some criteria. Anthropometric data were collected, a questionnaire about the patient's history was performed. Results: From February 2008 to March 2009, 36 patients were consecutively operated by the modified mini-facelift technique. The age ranged from 44 to 67 years, with a mean 57 anos. The patients return to normal activities ranged from 7 to 14 days, a period that coincides with a reduction in more than 80% of postoperative edema. The vacuum drain was removed the next morning (1st day after surgery) in 34 patients (94.4%), the 2nd postoperative day in 1 (2.94%) case and in 1 (2.94%) case of postoperative hematoma. There were no cases of necrosis of the flap. There was 1 (2.94%) neuropraxia facial which was resolved spontaneously. Conclusion: The technique of modified mini-lifting is satisfactory for presenting good results, low complication rate and early return of patients to their activities.

Keywords: Rhytidoplasty. Facelifting. Minilifting.

RESUMO

Introdução: O mini-lifting modificado se baseia em uma técnica padronizada, que consiste em um descolamento mínimo demarcado no pré-operatório. A plicatura do sistema músculo-aponeurótico superficial (SMAS) é realizada tracionando-se todos os tecidos da face, a fim de promover o seu rejuvenescimento com a manutenção de um retalho que apresenta menor risco de necrose por ter menor descolamento e, por isso, uma mínima área para formação de hematomas. Método: Foram operadas 36 pacientes submetidas a ritidoplastia pela técnica do mini-lifting modificado, que preencheram critérios pré-estabelecidos. Foram coletados os dados antropométricos e um interrogatório sobre a história clínica do paciente realizado. Resultados: No período de fevereiro de 2008 a março de 2009, foram operadas consecutivamente 36 pacientes pela técnica de mini-lifting modificado. A idade variou entre 44 e 67 anos, sendo a média de 57 anos. O retorno das pacientes às atividades habituais variou de 7 a 14 dias, período que coincide com a redução em mais de 80% do edema pós-operatório. O dreno a vácuo foi retirado na manhã seguinte em 34 (94,4%) pacientes, no 2º dia pós-operatório em 1 (2,94%) caso e houve 1 (2,94%) caso de hematoma pós-operatório. Não houve caso de necrose do retalho. Houve 1 (2,94%) caso de neuropraxia do facial, que foi resolvida espontaneamente. Conclusão: A técnica de mini-lifting modificado foi considerada satisfatória, por apresentar bons resultados, baixo índice de complicações e retorno precoce das pacientes às suas atividades.

Palavras-chave: ritidoplastia. facelifting. Minilifting.


INTRODUÇÃO

A busca por procedimentos cirúrgicos menos invasivos na face está em crescente evolução. A técnica de mini-lifting foi relatada na literatura, em 1970, por Stephenson1, como uma técnica que se baseava em pequenas incisões situadas nas rugas preexistentes na face das pacientes. Esta técnica não se baseava em nenhum padrão fixo de ritidoplastia, e sim na realização da tração dos tecidos a partir de rugas da face, sem o propósito de esconder as cicatrizes como as técnicas atuais. Além disso, não se determinou uma padronização de medidas fixas, o que dificultava sua execução e reprodução por outros cirurgiões. No ano seguinte, Baker et al.2 descreveram o mini-lifting como sendo uma técnica de lifting temporal associada a descolamento e tração cutânea. No entanto, nenhum dos autores que se referem ao minilifting desenvolveu uma técnica padronizada para sua execução que associasse pontos específicos para o descolamento, bem como para a plicatura do sistema aponeurótico superficial. Em nossa casuística, utilizamos a técnica padronizada do mini-lifting modificado, a qual consiste em um descolamento mínimo demarcado no pré-operatório (Figura 1). A marcação pré-operatória padronizada faz com que o aprendizado da técnica seja facilitado, tornando-a mais reprodutível e possibilitando o ensino didático nos serviços de residência médica, sem comprometer os resultados. A plicatura do sistema músculo-aponeurótico superficial (SMAS) é realizada tracionando-se todos os tecidos da face, a fim de promover o seu rejuvenescimento com a manutenção de um retalho que apresenta menor risco de necrose ou de sofrimento cicatricial, pois o mínimo descolamento fornece maior segurança ao cirurgião por desvascularizar menos o retalho cutâneo.


Figura 1 - Marcação padronizada da área de descolamento do mini-lifting modificado para todos os pacientes.



O objetivo desse estudo é avaliar, prospectivamente, os resultados do mini-lifting modificado quanto aos aspectos estéticos, à duração do edema pós-operatório e à presença de complicações.


MÉTODO

Foram operadas 36 pacientes submetidas à ritidoplastia pela técnica do mini-lifting modificado, que preencheram os seguintes critérios abaixo.

Critérios de inclusão

  • Gênero feminino
  • Idade entre 25 e 75 anos
  • Rítides no 1/3 inferior da face, região cervical (principal enfoque de melhora com a técnica);
  • Rítides no 1/3 médio da face e sulco nasogeniano.


  • Critérios de exclusão

  • Pacientes com co-morbidades clínicas ao procedimento indicado (hipertensão descompensada, diabetes, etc);
  • Fumantes ou com interrupção do fumo a menos de 1 ano;
  • Ritidoplastia prévia;
  • Obesas / face redonda, pois não promovem boa transmissão da tração do SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial).


  • Procedimentos

    Foram coletados os dados antropométricos e um interrogatório sobre a história clínica do paciente, bem como realizada fotografias para documentação pré e pós-operatórias. Todas as pacientes assinaram um termo de consentimento informado. Foram coletados os seguintes dados: peso, altura, idade, escolaridade e o hábito ou não do tabagismo, além de completa anamnese, dispostos num protocolo criado para este fim.

    Por se tratar de um hospital de ensino, todas as cirurgias tiveram a participação da mesma equipe principal (formada por 2 cirurgiões orientadores) e a variação das equipes compostas por diferentes residentes.

    Todos os resultados foram avaliados pelos dois cirurgiões orientadores nos períodos: 7º dia de pós-operatório (PO), 15º PO, 1 mês de PO e 6 meses de PO.

    A avaliação do paciente foi considerada por meio de uma escala simples de satisfação composta por 4 perguntas:

  • Muito satisfeita;
  • Satisfeita;
  • Pouco satisfeita;
  • Insatisfeita.


  • Variáveis estudadas

  • Duração da cirurgia
  • Resultado sob aspecto estético, com base nos seguintes parâmetros:


  • ■ Melhor definição da linha mandibular;
    ■ Melhora da flacidez cervical;
    ■ Melhora do sulco nasogeniano;
    ■ Rejuvenescimento facial global.


  • Duração do edema pós-operatório;
  • Retorno da paciente às suas atividades;
  • Presença de complicações:


  • ■ Necrose;
    ■ Hematoma;
    ■ Neuropraxia / paralisia;
    ■ Deiscência.


    O trabalho foi previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFESP, através do número 0077/07, em 5/4/2007.

    Técnica cirúrgica

    A marcação pré-operatória foi feita de forma padronizada, inicialmente com a paciente em posição ortostática, desenhando-se uma linha determinando o contorno mandibular. Com a caneta cirúrgica se demarcou a área de maior ptose dos tecidos do terço inferior da face, conhecido como "jowl" (também chamada de "bulldog").

    Todas as pacientes foram operadas em centro cirúrgico sob anestesia geral associada à infiltração local com solução de lidocaína, marcaína e adrenalina, sendo esta na concentração de 1:100000.

    A incisão é feita na região pré-auricular e pré-tragal, contornando a orelha na sua região posterior encontrando a linha do cabelo e se estendendo posteriormente por cerca de 3 cm de extensão no contorno do cabelo. O descolamento é feito no plano acima do sistema músculo-aponeurótico superficial (SMAS) com bisturi frio de lâmina número 15 inicialmente e, posteriormente, complementado com tesoura, limitando-se à área demarcada previamente para todas as pacientes. É preciso respeitar os limites do descolamento, pois o princípio básico do mini-lifting modificado consiste na não violação das áreas de descolamento adiante do demarcado, para que a tração de todos os tecidos seja feita uniformemente.

    A demarcação da área de descolamento foi feita com distâncias fixas determinadas pela técnica: descolamento anterior da face a 3,5 cm da porção superior da orelha em sua implantação no crânio, a 4 cm do tragus em direção horizontal e a 5 cm do lóbulo da orelha, em sentido oblíquo, acompanhando a linha de contorno mandibular. O descolamento cervical e posterior à orelha foi feito com distâncias fixas em 5 cm de forma radiada (Figura 1).

    Após o descolamento acima do SMAS, realiza-se a plicatura do mesmo. O primeiro ponto da plicatura é passado na posição correspondente à intersecção entre a linha mandibular e a projeção do "jowl" (demarcada previamente com um círculo no pré-operatório com a paciente mantida em extensão do mento para melhor tração os retalhos), tracionando-o no sentido posterior (referência 1 da Figura 2). O segundo e o terceiro pontos são feitos, respectivamente, 1 cm abaixo e 1 cm acima do primeiro ponto, sempre mantendo a tração no sentido posterior (em direção à fáscia do músculo esternocleidomastóideo) para transmissão da tração aos tecidos não descolados (referências 2 e 3 da Figura 2). Em seguida, são passados pontos acima e abaixo do ponto inicial mandibular, de modo a tracionar todos os tecidos em sentido ínfero-superior. Todos os pontos de plicatura são feitos com fio de nylon 3-0 (preferencialmente) ou 4-0 incolor.


    Figura 2 - Marcação dos pontos de plicatura e tração do smas



    A tração do retalho é feita e a ressecção do excesso cutâneo é realizada. É colocado dreno de sucção a vácuo número 3.2. A síntese da pele é realizada com pontos subdérmicos com monocril 4-0 e posterior sutura intradérmica com monocril 5-0, tomando-se cuidado de deixar o lóbulo da orelha completamente solto do retalho cutâneo para cicatrização por segunda intenção. A paciente é mantida com curativo circular por 12 horas, sendo o mesmo retirado na manhã seguinte.


    RESULTADOS

    No período de fevereiro de 2008 a março de 2009, foram operadas consecutivamente 36 pacientes pela técnica de mini-lifting modificado. A idade variou entre 44 e 74 anos, sendo a média de 57 anos.

    O retorno das pacientes às atividades habituais variou de 7 dias (34 pacientes - 94,44%) a 14 dias (2 pacientes - 5,56%).

    O resultado sob aspecto estético foi avaliado por dois cirurgiões, que classificaram-no de acordo com a melhora em pontos específico da face, bem como no aspecto global do rejuvenescimento facial (Tabela 1).




    O índice de satisfação mostrou que 29 (80,55%) pacientes consideraram o resultado cirúrgico muito bom e 7 (20,45%) bom.

    O dreno a vácuo foi retirado na manhã seguinte em 34 (94,44%) pacientes, no 2º dia pós-operatório em 1 (2,94%) caso e houve 1 (2,94%) caso de hematoma pós-operatório, facilmente resolvido com ordenha manual após abertura de 1 ponto, sem a necessidade de reabordagem cirúrgica. Não houve casos de necrose do retalho. Houve 1 (2,94%) caso de neuropraxia do facial causada por condução do bisturi elétrico, que foi resolvida espontaneamente com 1 mês.

    O tempo cirúrgico máximo foi de 2h e 30 min, com média de 2h e 5 min.

    As Figuras 3 a 9 ilustram alguns casos desse estudo.


    Figura 3 - Pré e pós-operatório de 7 dias de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Enfoque da ritidoplastia em terço inferior da face e parcialmente em terço médio, sem indicação de lifting frontal. Foto em perfil direito.


    Figura 4 - Pré e pós-operatório de 6 meses de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em perfil direito.


    Figura 5 - Pré e pós-operatório de 6 meses de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em posição ântero-posterior (frontal).


    Figura 6 - Pré e pós-operatório de 6 meses de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em perfil.


    Figura 7 - Pré e pós-operatório de 6 meses de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em perfil oblíquo esquerdo.


    Figura 8 - Pré e pós-operatório de 1 semana de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em posição ântero-posterior (frontal).


    Figura 9 - Pré e pós-operatório de 1 semana de paciente submetida a técnica de mini-lifting modificado. Foto em perfil esquerdo.



    DISCUSSÃO

    A ritidoplastia tem sido alvo de inúmeras críticas por evoluir, classicamente, com edema e risco de hematomas importantes no pós-operatório, fazendo com que as pacientes se mantenham afastadas de suas atividades por períodos prolongados, os quais podem chegar até 1 mês3. Além disso, as abordagens mais agressivas como a ritidoplastia profunda ou grandes descolamentos trazem consigo o risco ainda maior de outras complicações, como lesões do nervo facial e necrose dos retalhos4.

    Com isso, tem-se observado uma tendência atual em se realizar técnicas menos invasivas e menos agressivas, a fim de diminuir complicações e proporcionar retorno mais precoce às atividades habituais5-7. Um exemplo é o uso da técnica de ritidoplastia com cicatriz periauricular8.

    A técnica do mini-lifting modificado traz para a ritidoplastia uma abordagem menos agressiva, porém não menos eficaz, por meio da mobilização dos tecidos sob a tração do SMAS e de todos os tecidos aderidos a ele, promovendo rejuvenescimento facial, com menor edema pós-operatório, e menor risco de complicações, como hematomas e necroses de pele9.

    Castro et al.10 relataram que o período de observação de resultados tardios deveria ser após o quarto mês de pós-operatório, a exemplo do que foi feito em nosso estudo. Neste, os resultados foram considerados satisfatórios por dois cirurgiões e por meio de escala simples passada às pacientes.

    A marcação pré-operatória padronizada facilitou a reprodutibilidade da técnica no serviço de ensino de cirurgia plástica, o que tornou o aprendizado mais fácil e seguro, se comparado à ritidoplastia clássica ou com descolamentos agressivos11. Se comparado à descrição inicial, o mini-lifting modificado traz a vantagem de ser padronizado como uma técnica de descolamento reduzido e de plicatura do SMAS, de forma a promover a tração uniforme ao retalho, produzindo resultados reprodutíveis8,10.

    A presença de hematoma foi registrada nessa casuística em 2,94% dos casos, o que corrobora com os estudos de Baker3, de 1983, no qual 3,5% dos casos apresentaram hematomas; e de 2005, juntamente com Stefani e Chiu, no qual a presença de hematomas ocorreu em 4,25% dos casos12.

    O índice de complicações desta casuística corrobora com resultado de estudos da literatura5-7,12.

    O tempo cirúrgico foi considerado satisfatório quando comparado à ritidoplastia convencional4,11,13.


    CONCLUSÃO

    A técnica de mini-lifting modificado foi considerada satisfatória pela qualidade dos resultados obtidos nesta casuística, pelo baixo índice de complicações e pelo retorno precoce das pacientes às suas atividades.


    REFERÊNCIAS

    1. Stephenson KL. The "mini-lift": an old wrinkle in face lifting. Plast Reconstr Surg. 1970;46(3):226-35.

    2. Baker TJ, Gordon HL. The temporal face lift ("mini-lift"). Plast Reconstr Surg. 1971;47(4):313-5.

    3. Baker DC. Complications of cervicofacial rhytidectomy. Clin Plast Surg. 1983;10(3):543-62.

    4. Zani R, Fadul R Jr, Rocha MA, Santos RA, Alves MC, Ferreira LM. Facial nerve in rhytidoplasty: anatomic study of its trajectory in the overlying skin and the most common sites of injury. Ann Plast Surg. 2003;51(3):236-42.

    5. Paul MD, Calvert JW, Evans GR. The evolution of the midface lift in aesthetic plastic surgery. Plast Reconstr Surg. 117(6):1809-27.

    6. Cornette de Saint-Cyr B, Garey LJ, Maillard GF, Aharoni C. The vertical midface lift. An improved procedure. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2007;60(12):1277-86.

    7. Maloney BP, Schiebelhoffer J. Minimal-incision endoscopic face-lift. Arch Facial Plast Surg. 2000;2(4):274-8.

    8. Gomes Filho BS, Fleishmann Júnior HW, Caldellas AV, Colombo FG, Andrade AAM. Ritidoplastia com cicatriz periauricular. Rev Bras Cir Plast. 2009;24(4):488-96.

    9. Ferreira LM, Hochman B, Locali RF, Rosa-Oliveira LM. A stratigraphic approach to the superficial musculoaponeurotic system and its anatomic correlation with the superficial fascia. Aesthetic Plast Surg. 2006;30(5):549-52.

    10. Castro CC, Aboudib JHC, Giaquinto MGC, Moreira MBL. Avaliação sobre resultados tardios em ritidoplastia. Rev Bras Cir Plast. 2005;20(2):124-6.

    11. Ferreira LM, Horibe EK. Understanding the finger-assisted malar elevation technique in face lift. Plast Reconstr Surg. 2006;118(3):731-40.

    12. Baker DC, Stefani WA, Chiu ES. Reducing the incidence of hematoma requiring surgical evacuation following male rhytidectomy: a 30-year review of 985 cases. Plastic Reconstr Surg. 2005;116(7):1973-85.

    13. Alves MC, Abla LE, Santos RA, Ferreira LM. Quality of life and self-esteem outcomes following rhytidoplasty. Ann Plast Surg. 2005;54(5):511-4.











    1. Médico Residente do Serviço de Cirurgia Plástica da UNIFESP-EPM; Aspirante a membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Membro aspirante (Candidate Member) da ISAPS - International Society Aesthetic Plastic Surgery.
    2. Doutorado; Professor afiliado da Disciplina de Cirurgia Plástica da UNIFESP-EPM. Membro Titular da SBCP. Chefe dos residentes do Serviço de Cirurgia Plástica da UNIFESP-EPM.
    3. Cirurgião Plástico, Membro Especialista da SBCP; Monitor dos residentes do Serviço de Cirurgia Plástica da UNIFESP-EPM.
    4. Graduando de medicina da UNIFESP-EPM; Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC - CNPq)
    5. Livre docência e Pós Doutorado; Professora Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica UNIFESP-EPM; Chefe do Departamento de Cirurgia da UNIFESP-EPM; Coordenadora do Programa Pós-Graduação em Cirurgia Plástica UNIFESP-EPM; Membro titular da SBCP, Membro da ISAPS; Membro da Sociedade Brasileira de Queimaduras.

    Trabalho realizado na Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM) - Disciplina de Cirurgia Plástica, São Paulo, SP.

    Correspondência para:
    Marcel Vinicius de Aguiar Menezes
    Rua Napoleão de Barros, 715, 4º andar - Vila Clementino
    São Paulo, SP, Brasil - CEP 04024-002
    E-mail: mviniciusmed@yahoo.com.br

    Artigo submetido no SGP (Sistema de Gestão de Publicações) da RBCP.

    Artigo recebido: 29/1/2010
    Artigo aceito: 22/3/2010

     

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