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Artigo de Revisão - Ano 2014 - Volume 29 - Número 3

http://www.dx.doi.org/10.5935/2177-1235.2014RBCP0081

RESUMO

INTRODUÇÃO: A ritidoplastia se tornou uma das cirurgias estéticas mais realizadas por cirurgiões plásticos ao redor do mundo. Junto com o aumento do número de cirurgias, a quantidade de complicações associadas ao procedimento também aumentou, sendo que as alterações nervosas são uma das que despertam maiores preocupações. O presente estudo visa a identificar, por meio de uma revisão sistemática, as principais estruturas nervosas lesadas durante uma ritidoplastia, tanto por técnicas convencionais como endoscópicas.
MÉTODOS: Uma revisão sistemática da literatura foi realizada nas principais bases de dados utilizadas atualmente. Artigos que preencheram os critérios de inclusão foram analisados na íntegra e suas referências, verificadas. Ao final, 20 estudos foram incluídos.
RESULTADOS: Nestes 20 artigos, no total, foram avaliados 3.347 pacientes, sendo encontradas 142 lesões nervosas: 79 do nervo facial; 55 do nervo trigêmeo, e oito do nervo auricular magno. Destas, apenas duas foram definitivas. As lesões, proporcionalmente, foram mais comuns nas técnicas videoassistidas (81%), quando comparadas com as convencionais (19%).
CONCLUSÃO: Encontramos que as lesões dos ramos temporal e bucal são mais frequentes no facelift e as do nervo auricular magno, na ritidoplastia cervical. Apesar de as lesões nervosas serem pouco frequentes na literatura, faltam estudos bem desenhados que busquem conhecer melhor estas complicações.

Palavras-chave: Ritidoplastia; Nervo facial; Nervo trigêmeo; Plexo cervical.

ABSTRACT

INTRODUCTION: Rhytidoplasty has become one of the most common aesthetic surgeries performed by plastic surgeons worldwide. Along with the increase in the number of surgeries performed, the number of procedure-related complications has also increased. In particular, nerve injuries are the major concern. By conducting a systematic review, the present study aimed to identify the main nerve structures injured during rhytidoplasty, by either the conventional or endoscopic technique.
METHODS: A systematic literature review was performed in the main databases currently used. Articles that met the inclusion criteria were analyzed in their entirety, and their references were checked. Finally, 20 studies were included.
RESULTS: In these 20 articles, 3,347 patients were evaluated and 142 nerve injuries found, of which 79 were of the facial nerve, 55 were of the trigeminal nerve, and eight were of the great auricular nerve. Of these, only two were definitive. The lesions were more prevalent (81%) with the video-assisted techniques than with the conventional techniques (19%).
CONCLUSION: We found that the injuries of the temporal and buccal branches were more frequent during facelifts; and those of the great auricular nerve, during cervical rhytidoplasty. Although nerve injuries are infrequent in the literature, well-designed studies that aim to better understand these complications are lacking.

Keywords: Rhytidoplasty; Facial nerve; Trigeminal nerve; Cervical plexus.


INTRODUÇÃO

A ritidoplastia é, na atualidade, uma das cirurgias estéticas mais realizadas por cirurgiões plásticos, ao redor do mundo. Muitas técnicas para rejuvenescimento facial têm sido descritas. A mais antiga na literatura foi relatada por Passot1, em 1919, que descreveu com riqueza de detalhes um browlift. Desde então, o rejuvenescimento facial vem passando por uma constante evolução nas técnicas cirúrgicas, com início nos procedimentos clássicos simples indo até técnicas compostas, que associam diversos procedimentos. Na atualidade, houve o acréscimo das cirurgias minimamente invasivas e endoscópicas, realizadas a partir dos anos 19902,3. Junto com o aumento das cirurgias, também o número de complicações associadas ao procedimento cresceu, sendo as lesões nervosas as que despertam maiores preocupações.

O presente estudo visa a identificar, por meio de uma revisão sistemática da literatura, as principais estruturas nervosas lesadas durante uma ritidoplastia, tanto por técnicas convencionais como endoscópicas, independentemente da via utilizada, podendo, assim, direcionar o cirurgião plástico na redução das complicações de uma lesão nervosa facial ou cervical.


MÉTODOS

A pesquisa se iniciou através da busca do tema nas principais bases de dados eletrônicas utilizadas na atualidade: PUBMED, SCOPUS e EMBASE. Foram usadas as seguintes palavras-chave, segundo a organização abaixo:
1) Facelift
2) Paresthesy ou paresis
3) (#1) e (#2)
A estratégia inicial da pesquisa foi buscar os artigos relacionando o cruzamento das palavras antes mencionadas, nas principais bases de dados descritas acima. Os títulos e abstracts foram lidos, e todos os artigos que foram incluídos na pesquisa foram analisados na íntegra. Suas referências também foram rigorosamente pesquisadas, no intuito de incluir artigos de interesse. Todos os artigos foram acessados por dois pesquisadores independentes (MAS e EP), usando como base os seguintes critérios de inclusão: textos em inglês e português, publicados nos últimos 15 anos, pacientes de ambos os gêneros, com mais de 18 anos e sem limite de idade. Artigos duplicados foram retirados. Estudos usando animais, cadáveres ou adolescentes foram excluídos. Todos os dados da pesquisa foram tabelados em uma planilha eletrônica, para análise estatística dos dados. O organograma que exemplifica a pesquisa está descrita na Figura 1.


Figura 1. A princípio, foram encontrados 113 estudos, sendo que apenas 18 se enquadravam nos critérios de inclusão. Após análise das referências destes artigos, mais dois foram somados, totalizando 20 estudos.



RESULTADOS

A pesquisa encontrou 20 artigos, sendo analisados: o país de origem; o número, o gênero e a idade dos pacientes; a técnica cirúrgica empregada; a lesão nervosa encontrada, e o tempo de controle pós-operatório (Tabela 1). O país que mais produziu artigos de interesse foram os Estados Unidos, com nove, seguidos pelo Brasil e pela França, com dois artigos cada. Coreia do Sul, Lituânia, Argentina, Reino Unido, Singapura, Espanha e Turquia contabilizaram um artigo cada. A soma de todos os pacientes envolvidos foi de 3.347 pacientes. O estudo de Tanna & Lindsey (2008)4, da Universidade de Washington, foi o que apresentou o maior número de indivíduos analisados, foram mil pacientes. Os artigos de Malata & Abood (2009)5 e Newman (2006)6, no Reino Unido e nos Estados Unidos, foram os que produziram uma pesquisa com o menor número de pacientes, 30 e 10, respectivamente.




Alguns artigos não detalharam a divisão por gêneros7-12. Naqueles que informaram, foi possível observar que 143 eram homens e 1.825 eram mulheres, sendo, assim, apenas 7,2% do gênero masculino. Quando fizemos a análise comparativa da média das idades, observamos que esta variou de 42,4 anos nas mulheres para 69,8 anos nos homens, tendo o mais jovem, 29 anos13, e o mais idoso, 84 anos14. A média de seguimento dos pacientes também variou enormemente, dependendo do tipo de pesquisa, sendo a menor e mais comum de seis meses4,6,15,16 e a maior, de cinco anos e meio17. Independentemente da técnica cirúrgica específica utilizada, foi possível alocar as ritidoplastias em dois grupos: as que utilizaram técnicas convencionais ou clássicas, e as endoscópicas ou videoassistidas. Em sete artigos, utilizou-se a técnica convencional, enquanto dez relataram técnicas videoassistidas. Em três artigos8,11,14, ambas as técnicas foram empregadas.

Quando analisamos a região anatômica abordada durante os facelifts, observamos que a maioria dos autores optou por dissecção da fáscia temporal isolada4-6,12,14,18 ou combinada com técnicas de dissecção da fáscia frontal13,19. Já o sistema musculoaponeurótico superficial (SMAS) foi abordado apenas em seis trabalhos7,8,11,15,20,21.

Em relação às alterações dos nervos envolvidos na ritidoplastia, foi observado um número muito maior de lesões sensitivas em comparação com as motoras, sendo, em maior quantidade, do nervo facial, quando comparado com o trigêmeo. No total, foram 79 lesões do nervo facial, sendo que 18 foram provocadas por ritidoplastia convencional e 61 pela via endoscópica (Figura 2). Foram observadas 55 lesões do nervo trigêmeo, sendo uma pela via convencional e 54 pela endoscópica, e oito lesões do nervo auricular magno, durante ritidoplastias cervicais (Tabela 2). A totalidade das lesões encontradas foi transitória, com exceção do estudo de Sullivan et al. (1999)20, que identificaram uma lesão definitiva do ramo frontal do nervo facial, que foi provocada durante o treinamento de residentes de Otorrinolaringologia, e do estudo de Williams et al. (2003)22, que verificaram uma alteração definitiva no ramo maxilar do nervo trigêmeo.


Figura 2. Das 142 lesões nervosas identificadas, 79 foram de ramos do nervo facial, sendo que 77% dessas lesões foram causadas por técnicas videoassistidas.




Em relação ao tipo de técnica utilizada, 2.046 pacientes foram submetidos à ritidoplastia convencional, enquanto 1.301, à técnica endoscópica (61% versus 39%). Quando separamos as lesões nervosas pelo tipo de técnica utilizada, convencional ou endoscópica, observamos que, proporcionalmente, as técnicas videoassistidas apresentaram um valor muito maior em relação às técnicas clássicas (81% versus 19%).


DISCUSSÃO

A ritidoplastia está a cada dia se popularizando mais. O número de técnicas e os respectivos resultados variam bastante nos estudos. A habilidade de trazer de volta a harmonia dos traços faciais requer rigorosidade na aplicação das técnicas, conhecimento aprimorado da anatomia e uma sensibilidade artística para individualizar o objetivo cirúrgico para cada paciente11. O desrespeito a estas leis básicas pode levar a alterações extremamente indesejáveis, sendo algumas permanentes.

São bem conhecidas as complicações da ritidoplastia, que incluem hematoma; alopecia; cicatriz hipertrófica; infecção; deformidade no contorno facial, e lesão sensitiva e motora. O hematoma continua sendo a complicação mais comum, porém, se controlado precocemente, pouco impacto causa no resultado cirúrgico final24.

A lesão do nervo auricular magno é a lesão nervosa mais comum na ritidoplastia cervical16. Sullivan et al.20, durante investigação de lesões sensitivas na ritidoplastia, em um programa de residência médica, encontraram seis casos de parestesias temporárias em orelha e um caso que evoluiu com perda sensorial permanente da região auricular, por lesão do nervo auricular magno.

Parestesia e hiperestesia transitória dos dois terços inferiores da orelha, da região pré-auricular e do pescoço, usualmente, duram de duas a seis semanas, e são resultado da lesão inevitável de pequena quantidade de tecido nervoso na área cirúrgica da ritidoplastia. Já a lesão sensitiva permanente na porção inferior da orelha é, geralmente, devida à dissecção profunda da porção média do músculo esternocleidomastoideo25.

O mecanismo de lesão sensorial mais comumente associado inclui a infiltração anestésica, a perfuração nervosa pela agulha de anestesia, a dissecção profunda e extensa, além do edema do nervo ou sua lesão pelo eletrocautério. Nos artigos incluídos nesta revisão, não há referência sobre o uso deste último equipamento; porém, no estudo de Firmin et al., de 20097, foi utilizado um aparelho similar a um eletrocautério, o Harmonic Blade. Neste estudo, foram observadas apenas quatro paralisias temporárias do nervo facial, sendo que todas tiveram resolução completa em até três meses do pós-operatório.

A parestesia causada pela infiltração anestésica, em geral, desaparece em poucas horas, ao cessar o efeito anestésico. Já a lesão temporária pode durar de 24 horas até semanas e é, geralmente, causada pela lesão nervosa direta20. Em nossa revisão, foi possível observar uma grande variação na recuperação de lesões nervosas temporárias. O tempo mínimo observado foi de 41 dias, para lesão de ramo temporal do nervo facial, no estudo de Heinrichs & Kaidi, em 19988, e o tempo máximo foi de dois anos, para um paciente com lesão do ramo supratroclear do nervo oftálmico, submetido ao facelift, em trabalho de Behmand & Guyuron, de 200617. Foi possível observar, no entanto, que na maioria dos artigos em análise, o intervalo de tempo mais comum de recuperação foi entre seis semanas e seis meses5-7,9,13,14,19.

A lesão definitiva do nervo facial é uma rara complicação. As lesões temporárias são muito mais comuns. Em uma revisão da literatura feita por Rubin & Simpson26, em 1996, de sete mil casos de ritidoplastia superficial, houve apenas 55 casos de lesão motora, sendo mais comum do ramo temporal, seguido do marginal mandibular. Destes 55, apenas sete foram definitivos. Em nossa revisão, dos 3.347 pacientes, 139 observaram algum grau de lesão temporária, sendo apenas duas definitivas. Uma das lesões definitivas foi do ramo maxilar do nervo trigêmeo durante um browlift22. A paciente evoluiu com perda da sensibilidade definitiva da região suprida por este nervo. O segundo caso foi do nervo auricular magno, durante uma ritidoplastia cervical, em um programa de residência médica, como descrito anteriormente20.

Apesar de as porcentagens das lesões variarem enormemente dependendo do estudo, todos concordam que os ramos frontal e marginal mandibular são os que apresentam maior risco de acometimento e disfunção permanente durante um facelift27. Os mecanismos de lesão do ramo marginal incluem transecção durante dissecção profunda no retalho subplatismal, suturas de plicatura, tração tecidual e lipoaspiração cervical no plano subplatismal. Ellenbogen28 descreveu dois casos de pseudoparalisia transitória do ramo marginal mandibular, devido à lesão do ramo cervical. Estas lesões podem ser distinguidas das lesões dos ramos do marginal mandibular devido ao fato de que estes pacientes ainda podem everter o lábio inferior por causa da preservação da função do músculo mentoniano. O ponto de vulnerabilidade para lesão do nervo marginal mandibular é após a sua saída da fascia cervical profunda, quando corre sobre a face anterior da mandíbula, na região da artéria facial27.

Independentemente do artigo analisado, em todos optou-se por conduta conservadora frente às lesões nervosas. Em nenhum destes estudos, foi proposto qualquer tratamento clínico direcionado.

Em nossa revisão sistemática, observamos que, proporcionalmente, as técnicas videoassitidas apresentaram uma quantidade maior de lesões nervosas que as técnicas clássicas (81% versus 19%). Apesar de poucos estudos abordarem este tema na literatura, é certo que, nos EUA, a técnica endoscópica vem sendo, aos poucos, abandonada, seja devido ao custo do equipamento, à longa curva de aprendizado ou ao maior tempo operatório consumido pelo procedimento. A verdade é que, naquele país, tem se dado mais atenção às técnicas que utilizam vias reduzidas de acesso, porém por técnicas convencionais29.


CONCLUSÃO

O conhecimento das reais ocorrências das lesões nervosas em ritidoplastia ainda não foi alcançado. Serão necessários estudos prospectivos que, objetiva e criticamente, avaliem a sensibilidade e a motricidade facial e cervical dos pacientes de forma mais acurada. Esta revisão sistemática reafirma a observação feita por outros autores sobre as principais alterações faciais e ainda conseguiu observar que, proporcionalmente, estas lesões são mais comuns quando realizadas por procedimentos endoscópicos.


REFERÊNCIAS

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1. Médico, Residente de Cirurgia Geral do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil
2. Aluna de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil
3. Mestrado, Professor Assistente da Área de Cirurgia Plástica, Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil
4. Professor Titular de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, da Área de Cirurgia Plástica, Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil

Instituição: Trabalho realizado na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil.

Autor correspondente:
Luís Augusto Passeri
Faculdade de Ciências Médicas - Unicamp
Rua Tessália Vieira de Camargo, 126 - Cidade Universitária "Zeferino Vaz"
Campinas, SP, Brasil CEP 13983-887
E-mail: passeri@fcm.unicamp.br

Artigo submetido: 05/11/2012.
Artigo aceito: 10/03/2013.

 

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