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Artigo de Revisão - Ano 2014 - Volume 29 - Número 1

http://www.dx.doi.org/10.5935/2177-1235.2014RBCP0025

RESUMO

INTRODUÇÃO: Esta revisão qualitativa da literatura levantou publicações científicas internacionais sobre a funcionalidade do sistema miofuncional orofacial nos traumas faciais, por meio da base de dados PubMed.
MÉTODO: O levantamento realizado limitou-se a seres humanos, de qualquer faixa etária, no idioma inglês, entre os anos de 2005 e 2011. As publicações sem acesso completo, repetidas por sobreposição das palavras chave, estudos de caso, revisões de literatura, cartas ao editor e as não relacionadas diretamente ao tema foram excluídas.
RESULTADOS: Foram identificados 831 estudos, sendo 14 dentro dos critérios estabelecidos. Notou-se que a avaliação mais frequente foi a da função mandibular e depois análise de tratamentos; ocorreu mais fratura no côndilo que ângulo mandibular; utilizou-se mais tratamento cirúrgico juntamente com o conservador, seguido pelo somente cirúrgico e finalmente somente conservador; a maior incidência de traumas faciais foi em adultos do sexo masculino; poucas pesquisas foram realizadas com crianças e grupo-controle; utilizaram-se mais avaliações da função mandibular e clínicas, na maioria pré e pós-cirurgia; a força de mordida e a área oclusal apresentaram melhora pós-tratamento, no entanto a assimetria mandibular permaneceu; os valores de abertura máxima da boca atingiram a normalidade, porém inferiores ao grupo-controle; houve persistência de alterações na mobilidade mandibular e dor, mesmo após o tratamento; e a terapia miofuncional melhorou o quadro de alterações.
CONCLUSÃO: É necessário mais publicações sobre o tratamento fonoaudiológico baseado na abordagem miofuncional orofacial nos traumas faciais.

Palavras-chave: Lesões Faciais; Terapia Miofuncional; Reabilitação; Fonoaudiologia; Sistema Estomatognático.

ABSTRACT

INTRODUCTION: This qualitative literature review aims to highlight international scientific publications selected from the PubMed database that describe the changes in the function of the orofacial myofunctional system after facial trauma and the associated treatment outcomes.
METHODS: Studies published in English between 2005 and 2011 and including individuals of all age groups were included in this review. Publications that were not open access, studies appearing more than once because of overlapping keywords, case studies, literature reviews, letters to the editor, and studies that were not directly related to the subject were excluded.
RESULTS: A total of 831 studies were identified, 14 of which fulfilled the established criteria. Assessment of jaw function was the most frequent evaluation performed in the included studies, followed by the analysis of treatments. The incidence of condylar fractures was higher than that of mandibular angle fractures. The majority of cases were managed by surgery combined with conservative treatment, followed by surgery alone and conservative treatment alone. Adult men exhibited a higher incidence of facial trauma. Few studies included children or control groups. Further assessment of jaw and clinical functions before and after surgery revealed the following findings. The bite force and occlusal contact area improved after treatment, whereas mandibular asymmetry persisted even after surgery. The maximum mouth opening returned to normal after treatment, although the range of mouth opening was lower in patients with facial trauma than in controls. Persistent mobility in the mandibular teeth and pain were observed even after treatment. Myofunctional therapy resulted in an overall improvement in jaw function.
CONCLUSIONS: Although the number of studies on facial trauma is increasing, few studies address the use and benefits of orofacial myofunctional therapy in this field. Further studies on orofacial myofunctional therapy combined with surgery and/or conservative treatment for facial trauma are necessary.

Keywords: Facial trauma; Myofunctional Therapy; Rehabilitation; Speech Therapy; Stomatognathic System.


INTRODUÇÃO

Os traumas faciais são lesões que ocorrem nos tecidos moles e ossos da face e, quando a lesão é extensa, pode acometer o cérebro, olhos, seios da face e dentição. A epidemiologia dessas lesões é diversa e varia com o tipo, gravidade e causa da lesão1.

A principal causa das fraturas maxilofaciais são os acidentes por veículos automotores2,3. No entanto, tem-se observado um aumento da violência interpessoal como causa dessas lesões1, assim como trauma por projétil de arma de fogo4.

Os traumas faciais provocam consequências não só emocionais como também funcionais e estéticas, e podem ser permanentes ou não. A incidência maior de fraturas na face é no sexo masculino, mas nas últimas décadas tem crescido o número de traumas em mulheres na faixa etária até 40 anos5-7. As crianças e os indivíduos maiores de 40 anos são os menos envolvidos nos traumas maxilofaciais8,9.

As alterações nos órgãos fonoarticulatórios, provocadas pelos traumas de face, são de grande interesse para o campo fonoaudiológico, uma vez que interferem no desempenho das funções estomatognáticas (respiração, fala, mastigação e deglutição). O trabalho fonoaudiológico baseado em uma abordagem miofuncional orofacial é importante como tratamento complementar nos traumas de face, pois possibilita o restabelecimento das funções orofaciais e, com isso, evita o risco de hipomobilidade, redução funcional e progressão de possíveis sequelas10-15.

Diante do exposto, a proposta da presente revisão de literatura foi analisar artigos científicos publicados sobre a funcionalidade do sistema miofuncional, orofacial, nos traumas de face, particularmente os que acometem as regiões maxilares e mandibulares.


MÉTODOS

Trata-se de estudo de revisão qualitativa da literatura. Os artigos foram selecionados por meio da base de dados PubMed, utilizando os descritores "facial injuries and oral muscle", "facial injuries and oral structure", "facial injuries and speech", "facial injuries and voice", "facial injuries and chewing", "facial injuries and mastication", "facial injuries and deglutition", "facial injuries and swallowing", "facial injuries and breathing", "facial injuries and myofunctional system", e "facial injuries and oral function"; limitando-se à pesquisas realizadas com seres humanos, em qualquer faixa etária, no idioma inglês, entre os anos de 2005 e 2011.

Para o estabelecimento do método de pesquisa foram seguidos os preceitos do Cochrane Handbook16, envolvendo: formulação da pergunta; localização e seleção dos estudos e avaliação crítica dos estudos.

Para a seleção dos textos houve, primeiramente, a compatibilização entre os pesquisadores, ou seja, a busca dos textos no banco de dados foi realizada independentemente pelos autores visando minimizar possíveis perdas de citações. Citações em outra língua que não o inglês foram excluídas, assim como as citações que não permitiram o acesso ao texto completo (obtidos no Portal de Periódicos da CAPES). As citações repetidas por sobreposição das palavras chave também foram excluídas. Dos textos completos obtidos foram excluídos aqueles referentes aos estudos de caso; revisões de literatura; cartas ao editor e textos que não se relacionavam diretamente ao tema (relacionados à técnica cirúrgica, fraturas em outros locais da face que não a maxila e/ou mandíbula, alterações de sensibilidade e pesquisa com animais). Foram analisados os textos que, efetivamente, se relacionavam à proposta da pesquisa. Todas as etapas do estudo foram conduzidas independentemente pelos pesquisadores, quando houve discordância entre os pesquisadores só foram incluídos os textos onde a posição final foi consensual. Pela natureza do estudo a pesquisa não foi simples-cego.

O percurso da busca realizada para seleção dos textos analisados encontra-se descrito na Figura 1.


Figura 1. Seleção dos artigos incluídos na pesquisa



Posteriormente ao levantamento bibliográfico e seleção dos artigos, foi realizada a análise dos textos quanto aos seus objetivos, número e gênero dos participantes, faixa etária, critérios de avaliação e controle dos tratamentos, e resultados dos estudos. Essa análise encontra-se descrita na sessão subsequente.


RESULTADOS

Os resultados do estudo encontram-se sumariamente descritos no quadro 1.




DISCUSSÃO

Diante dos achados desta revisão foi possível concluir que a maioria dos estudos objetivou avaliar a função mandibular17,18,21,24,25,27,28-30, seguido da análise de tratamentos19,22,23,26 e por queixas relacionadas ao trauma de face (área oclusa pobre ou moderada, abertura máxima da boca reduzida, lateralidade assimétrica, desvio mandibular e persistência de dor)20. A maior parte dos estudos envolveu fraturas condilares18-21-29, seguido de fraturas de ângulo mandibular 17 e subcondilar30.

Em relação ao tipo de tratamento abordado (cirúrgico ou conservador), cinco estudos17,19,20,26,29 envolveram somente tratamento cirúrgico, três artigos18,21,24, somente, conservador e seis estudos22,23,25,27,28,30 abordaram tanto tratamento cirúrgico quanto conservador.

No geral, as pesquisas foram realizadas em sujeitos adultos17-20,22-29, sendo a maior incidência em indivíduos do gênero masculino17,18,20,24-27,29,30. Existe uma escassez de trabalhos realizados com crianças21,30. A maior parte das pesquisas não utilizou grupos controle19-23,26,28-30. As pesquisas com grupos controle permitem a comparação direta dos resultados na prática clínica, uma vez que possibilitam a diminuição de prováveis vieses que possam ocasionar interpretações equivocadas e imprecisas dos resultados.

A maioria dos estudos utilizou como método de avaliação exames da função mandibular19-21,23,28-30 e clínicos20-23,26,29,30, seguido de exames radiológicos19,21,22,26,29, físicos19,20, psicológico29 e axiográfico 22. O tempo da avaliação ocorreu na maior parte das pesquisas antes e após a cirurgia, com tempo mínimo de avaliação após a fratura de seis semanas 23,28 e máximo de 16,4 anos 21.

Para melhor discussão e caracterização dos resultados e conclusões relacionados às características miofuncionais orofaciais encontradas nos artigos de base para este estudo, serão abordados separadamente aspectos específicos de maior relevância, que, de forma didática, foram divididos da seguinte forma: 1) aspectos relacionados à força de mordida e área oclusal; 2) aspectos relacionados à oclusão estática e dinâmica e a mobilidade mandibular; e 3) aspectos relacionados à dor.

Em relação à força de mordida e área oclusal, três estudos apresentaram resultados com melhora da força de mordida17,18,26 após os procedimentos realizados e após a progressão/evolução do tempo, dois apresentaram melhora da área oclusal18,26 e três 18,21,27 relataram presença de assimetria desses parâmetros nos pacientes após a correção da fratura.

De acordo com a oclusão dinâmica, a abertura máxima da boca atingiu a normalidade em alguns estudos18,24,27,30, no entanto, alguns destes 18,27,30 relataram que esses valores foram inferiores quando comparados ao grupo-controle. Em uma pesquisa20 os valores de amplitude da abertura oral não atingiram a normalidade.

Em relação à mobilidade mandibular, um estudo18 observou recuperação da mobilidade mandibular, porém de forma limitada. Em quatro pesquisas20-22,30 as alterações na mobilidade mandibular permaneceram, mesmo após longo prazo de acompanhamento.

Mesmo após o tratamento, a persistência da dor foi relatada em alguns estudos20,22,29 e em somente uma pesquisa19 houve a diminuição da sensação de dor.

Atenção deve ser direcionada ao fato de que em alguns estudos22,25,27,28,30 houve uma melhora na função mandibular quando o tratamento de fraturas de face foi associado à terapia miofuncional orofacial. Isso significa que, mesmo após o tratamento (cirúrgico ou conservador) ainda podem ser observadas alterações na assimetria e mobilidade mandibular. Adotar o trabalho miofuncional concomitante ao tratamento cirúrgico e/ou conservador das fraturas de mandíbula pode promover a melhora da funcionalidade da mesma.


CONCLUSÃO

Apesar do crescente número de pesquisas relacionadas aos traumas de face, ainda há uma escassez de publicações que abordem o uso do tratamento miofuncional orofacial neste campo de atuação, assim como os que comprovem seus benefícios. Observa-se um aumento do número de estudos nas bases de dados internacionais que apontam o uso da terapia miofuncional orofacial combinada ao tratamento cirúrgico e/ou conservador dos traumas de face, no entanto, estes ainda são poucos e com pouca evidência científica. Verifica-se a necessidade da realização de estudos mais específicos que comprovem os benefícios desta terapêutica, assim como definições de metodologias que devam ser aplicadas por profissionais habilitados para tal.


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1- Especialização em Fonoaudiologia em Funções da Face - Unidade de Apoio de Fonoaudiologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Fonoaudióloga
2- Doutor em Ciências - Pesquisador Científico do Laboratório de Investigação Médica - Ciências da Reabilitação - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
3- Doutor em Ciências - Fonoaudióloga do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
4- Professor Titular - Professora Titular do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Instituição: Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Autor correspondente:
Profa. Dra. Claudia Regina Furquim de Andrade
Rua Cipotânea, 51- Cidade Universitária
São Paulo / SP, CEP: 05360-160
Telefone: 30918406/30917714
E-mail: clauan@usp.br

Artigo submetido: 19/06/2012
Artigo aceito: 24/12/2012

 

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