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The use of parietotemporal fascia flap in the treatment of recurrent cholesteatoma: clinical case

João Baltazar Ferreira; Carla Brandão; Rita Meireles; Mário Jorge Freire Santos
Rev. Bras. Cir. Plást. 2022;37(1):100-104 - Case Report

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ABSTRACT

Cholesteatoma consists of an inflmmatory process that results in the migration of squamous keratinized epithelium into the middle ear. Although regarded as a histopathologically benign entity it can behave quite aggressively being an important cause of deafness in all countries. Ear discharge, pain, ear drum rupture with extension into the inner ear leading to deafness and vertigo, are the most common clinical manifestations. Treatment consists of surgically excising all the foreign epithelium from the middle ear. Recurrences can be as high as 50% and are a challenge to Ear, Nose and Throat doctors. In this case report we describe a case of an acquired recurrent cholesteatoma in a tertiary hospital in Portugal, treated with radical ablation of middle ear and mastoid cavity by the otolaryngologists. The chosen reconstructive option was obliteration of the dead space using a temporo-parietal fascial flap by the Plastic Surgery Department

Keywords: Cholesteatoma, Middle ear; Surgical flaps; Middle ear, surgery; Mastoidectomy; Reconstructive surgical procedures.

 

RESUMO

O colesteatoma consiste em um processo inflamatório que resulta na migração do epitélio escamoso queratinizado para o ouvido médio. Embora considerada uma entidade histopatologicamente benigna, pode se comportar de forma bastante agressiva sendo uma importante causa de surdez em todos os países. Descarga, dor, ruptura do tímpano com extensão para o ouvido interno levando à surdez e vertigem, são as manifestações clínicas mais comuns. O tratamento consiste na excisão cirúrgica de todo o epitélio estranho da orelha média. As recorrências podem chegar a 50% e são um desafio para os médicos de ouvido, nariz e garganta. Neste relato de caso descrevemos um caso de colesteatoma recorrente adquirido em um hospital terciário em Portugal, tratado com ablação radical de ouvido médio e cavidade mastóide pelos médicos otorrinolaringologistas. A opção reconstrutiva escolhida foi a obliteração do espaço morto com retalho fascial temporo-parietal pelo Serviço de Cirurgia Plástica.

Palavras-chave: Colesteatoma da orelha média; Retalhos cirúrgicos; Orelha média; cirurgia; Mastoidectomia; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos

 

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