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Treatment of facial burn sequelae using fractional CO2 lasers in patients with skin phototypes III to VI

Alessandra Grassi Salles; Adelina Fátima do Nascimento Remigio; Valéria Berton Liguori Zacchi; Marcus Castro Ferreira
Rev. Bras. Cir. Plást. 2012;27(1):9-13 - Original Article

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ABSTRACT

BACKGROUND: Reports on improvement in post-traumatic or pathological scars with the use of fractional CO2 laser (CO2F) conclude that it is a safe and effective technology, though used only in patients with phototypes II to III. The aim of this study was to evaluate the effectiveness of CO2F in patients with facial burn sequelae with phototypes III to VI. METHODS: A total of 14 patients (average age, 29 years) with facial burn sequelae and phototypes III to VI were subjected to a CO2F laser treatment. After 2 months, the burns were evaluated using a 6-parameter scale, including color, texture, hydration, surface irregularities, volume, and distensibility. RESULTS: The average durations of pain, edema, and hyperemia were 19 hours, 1.3 days, and 6.5 days, respectively. The fall of crusts was completed between 5 and 36 days with an average of 13.4 days. Two months after the session, 5 patients developed punctiform hypochromia in a checkerboard pattern corresponding to the points of laser ablation. The subjective satisfaction of the evaluators (i.e., both patients and physicians) with the treatment was 84.6%. The patients reported improvements in surface irregularities, distensibility, and skin texture (57% of the cases); hydration (43%); volume (28%); and color (14%). Meanwhile, the doctors reported improvements in surface irregularities and distensibility (43%). CONCLUSIONS: The treatment with CO2F laser with mild parameters was well tolerated and resulted in high satisfaction rates for patients with facial burn sequelae as well as improved skin texture, distensibility, and surface irregularities. The high incidence of hypopigmentation must be considered while prescribing CO2F laser treatment to patients with phototypes IV to VI.

Keywords: Burns/complications. Carbon dioxide. Laser therapy/methods.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO: Relatos sobre melhora em cicatrizes pós-traumáticas ou patológicas com o uso do laser de CO2 fracionado (CO2F) concluem tratar-se de tecnologia segura e efetiva, apesar de utilizado apenas em pacientes com fototipos II a III. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia do CO2F em pacientes com sequela de queimadura facial com fototipos III a VI. MÉTODO: No total, 14 pacientes, com média de idade de 29 anos, portadores de sequela de queimadura facial e fototipos III a VI, foram submetidos a uma aplicação do laser de CO2F. Após dois meses, a queimadura foi avaliada por meio de escala com 6 parâmetros: cor, textura, hidratação, irregularidades de superfície, volume e distensibilidade. RESULTADOS: A duração média da dor foi de 19 horas; do edema, 1,3 dia; e da hiperemia, 6,5 dias. A queda das crostas finalizou entre 5 dias e 36 dias, com média de 13,4 dias. Dois meses após a sessão, 5 pacientes evoluíram com hipocromia puntiforme no padrão quadriculado correspondente aos pontos de ablação do laser. A satisfação subjetiva dos avaliadores (pacientes e médicos) com o tratamento foi de 84,6%. Para os pacientes, houve melhora das irregularidades de superfície, da distensibilidade e da textura da pele (57% dos casos), da hidratação (43%), do volume (28%) e da cor (14%). Para os médicos, houve melhora das irregularidades de superfície e da distensibilidade (43%). CONCLUSÕES: O tratamento com laser de CO2F com parâmetros suaves foi bem tolerado e apresentou alto índice de satisfação em pacientes com sequela de queimadura facial, com melhora de textura, distensibilidade e irregularidades de superfície. A alta incidência de hipopigmentação é um fator a ser considerado na indicação do laser de CO2F em pacientes com fototipos IV a VI.

Palavras-chave: Queimaduras/complicações. Dióxido de carbono. Terapia a laser/métodos.

 

Clinical and dermal thickness assessment 1 year after hyaluronic acid filler treatment

Alessandra Grassi Salles; Adelina Fátima do Nascimento Remigio; Valeria Berton Liguori Zacchi; Osmar Cássio Saito Marcus Castro Ferreira
Rev. Bras. Cir. Plást. 2011;26(1):66-69 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Few studies have evaluated the durability of tissue filler products in an objective and non-invasive manner. The aim of this study was to evaluate the durability of a formulation of hyaluronic acid (Derma Hyal®) for filling nasolabial folds by comparing perceptions of clinical effect and soft tissue thickness as measured by ultrasound. Methods: Ten women were treated. Clinical and ultrasound evaluation were performed after 1, 3, 6, 9, and 12 months. Results: The average thickness of the nasolabial folds as measured by ultrasound was 0.38 ± 0.14 mm at pretreatment, 0.69 ± 0.19 mm after 1 month, 0.65 ± 0.17 mm after 3 months, 0.61 ± 0.22 mm after 6 months, 0.57 ± 0.23 mm after 9 months, and 0.55 ± 0.14 mm after 12 months. Data analyzed using Friedman's test were not statistically significant. Regarding satisfaction, at 6 months, 3 patients considered the result unsatisfactory; 5, barely satisfactory; and 2, satisfactory. Only 1 patient considered the result satisfactory at 9 months. After 12 months, 1 patient considered the result barely satisfactory and the other patients, unsatisfactory. All patients stated that they would undergo the procedure again. Conclusions: Ultrasound proved to be an objective and non-invasive method of evaluating filling durability, provided that it is correlated with clinical parameters. An increase in skin thickness was demonstrated up to 12 months after injection of the product into the nasolabial fold, followed by a progressive decrease after this period. Although differences among the values as measured by ultrasound were observed over time, these were not statistically significant. Patients perceived a clinical effect up to 9 months after the product was applied.

Keywords: Hyaluronic acid. Ultrasonography. Face.

 

RESUMO

Introdução: Poucos estudos avaliam a durabilidade dos produtos de preenchimento facial de forma objetiva e não-invasiva. O objetivo deste estudo foi avaliar a durabilidade de formulação de ácido hialurônico (Derma Hyal®) no preenchimento de sulco nasogeniano, comparando percepção do efeito clínico e espessura de partes moles medida por ultrassonografia. Método: Dez mulheres foram tratadas. Avaliação foi realizada após um, três, seis, nove e doze meses, clinicamente e por ultrassonografia. Resultados: A média da espessura à ultrassonografia foi 0,38 ± 0,14 no pré, 0,69 ± 0,19 após 1 mês, 0,65 ± 0,17 após 3 meses, 0,61 ± 0,22 após 6 meses, 0,57 ± 0,23 após 9 meses e 0,55 ± 0,14 após 12 meses. Os dados analisados pelo teste Friedman não se mostraram estatisticamente significativos. Em relação à satisfação, aos 6 meses, 3 pacientes consideraram o resultado insatisfatório, 5, pouco satisfatório e 2, satisfatório. Apenas uma paciente considerou o resultado satisfatório aos 9 meses. Aos 12 meses, uma considerou pouco satisfatório e as demais, insatisfatório. Todas responderam que realizariam novamente o procedimento. Conclusões: A ultrassonografia demonstrou ser método objetivo e não-invasivo na avaliação da durabilidade de preenchimento, desde que avaliado com correlação clínica. Demonstrou-se aumento da espessura cutânea até 12 meses após injeção em sulco nasogeniano (SNG), com decréscimo progressivo. Embora exista diferença dos valores da ultrassonografia ao longo do tempo, essas não foram estatisticamente significantes. Clinicamente, o efeito percebido pelas pacientes se deu até o nono mês após aplicação do produto avaliado.

Palavras-chave: Ácido hialurônico. Ultrassonografia. Face.

 

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