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Treatment strategy for benign nerve tumors

Katia Torres Batista; Ulises Prieto Y-Schwartzman; Rogerio Santos Silva; Valney Claudino Sampaio Martins; Carolina Zampronha Correia; Camila Freire Parente Alves da Silva; Isabel Cristina Correia
Rev. Bras. Cir. Plást. 2020;35(1):72-77 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Peripheral nerve tumors are usually benign, rare, slow-growing and little symptomatic. The objective is to describe strategies for the diagnosis and treatment of patients with benign tumors of the ulnar nerve.
Methods: This retrospective study of patients who underwent surgery between 2010 and 2015 for the treatment of benign tumor of the ulnar nerve analyzed patient symptoms and demographic characteristics, complementary examinations, and surgical techniques performed.
Results: The study included 17 (8%) patients, with a prevalence of women (65%) in the fourth decade of life. The tumors tended to be extrinsic, with lipoma in 6 cases (35%); others were intrinsic, including schwannoma in 17% and hamartoma in 11% of the cases. Tumor excision was complete in 83% of cases and partial in 17% of cases; nerve decompression was performed in 12 cases.
Conclusion: The strategies performed here yielded good functional results in 88% of patients. The worst results were in tumors of vascular origin.

Keywords: Ulnar nerve; Ulnar nerve compression syndromes; Neoplasms; Surgery, Plastic; Microsurgery.

 

RESUMO

Introdução: Os tumores de nervo periférico normalmente são benignos, raros, de crescimento lento e pouco sintomáticos. O objetivo é descrever estratégias para o diagnóstico e tratamento de pacientes com tumores benignos que afetam o nervo ulnar.
Métodos: Estudo retrospectivo dos pacientes operados entre 2010 e 2015 com tumor benigno de nervo ulnar, segundo os sintomas, exames complementares, técnicas cirúrgicas realizadas e características demográficas.
Resultados: O estudo incluiu 17(8%) pacientes, prevalência sexo feminino (65%) na quarta década de vida; e, natureza extrínseca, o lipoma, em seis casos (35%), seguido do tumor de origem intrínseca, o Schwannoma em 17% e hamartoma em 11%. A excisão tumoral foi total em 83% casos e parcial em 17% casos; em doze casos realizou-se a descompressão neural.
Conclusão: Com as estratégias realizadas para o tratamento foi possível bons resultados funcionais em 88% dos pacientes operados. Os piores resultados foram nos tumores de origem vascular.

Palavras-chave: Nervo ulnar; Síndromes de compressão de nervo ulnar; Neoplasias; Cirurgia plástica; Microcirurgia

 

Reconstruction of chest wall after resection of large tumors

Katia Torres Batista; Hugo Jose de Araujo; Eduardo Magalhaes Mammare; Alessandro Amorim Aita; Rogerio Santos Silva
Rev. Bras. Cir. Plást. 2014;29(4):550-556 - Original Article

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ABSTRACT

INTRODUCTION: Complex procedures and implants are required in the final stages of chest wall reconstruction after tumor excision. This process requires multidisciplinary care with participation from thoracic and plastic surgeons, a radiologist, and a physical therapist. The goal of this study was to describe the options for chest wall reconstruction after neoplasm resection at Hospital Sarah Brasilia. METHOD: A retrospective study of one-time chest wall reconstruction after tumor excision, respiratory physical therapy with noninvasive ventilation, and exercises was conducted. RESULTS: Between 2007 and 2012, 10 patients underwent surgery (seven men, three women; age range: 10-31 years); eight patients had metastatic thoracic tumors (e.g., osteosarcoma, synovial sarcoma, sclerosing epithelioid fibrosarcoma, and rhabdomyosarcoma) and two had tumors originating from the chest wall (fibromatosis and chondrosarcoma). The outcomes were good after the immediate postoperative period, with extubation occurring at the end of surgery and chest tube removal between the fifth and eighth postoperative day. Three cases (30%) involved complications of atelectasis (10%), tumor recurrence (10%), or death. CONCLUSION: One-time chest wall reconstruction using polypropylene mesh, polymethylmethacrylate, and muscle flaps was possible and was associated with early recovery of pulmonary function and a low rate of immediate complications.

Keywords: Chest wall reconstruction; Thoracic tumor; Polymethylmethacrylate.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO: Nos estágios finais da reconstrução torácica, consequente a exéreses tumorais, são necessários procedimentos complexos e implantes. O que requer cuidados multidisciplinares, com a participação dos cirurgiões torácicos, plástico, radiologista e fisioterapeuta. O objetivo foi descrever as opções de reconstrução torácica após ressecção de neoplasia, realizado no Hospital Sarah Brasília. MÉTODO: Estudo retrospectivo de reconstrução torácica em tempo único, após excisão de tumor, fisioterapia respiratória com ventilação não invasiva e exercícios. RESULTADOS: Entre 2007 a 2012 foram operados 10 pacientes, sete homens e três mulheres; idade 10 a 31 anos; oito apresentavam tumores torácicos metastáticos (osteosarcoma, sinoviosarcoma, Fibrosarcoma epitelioide esclerosante e Rabdomiosarcoma) e dois originários da parede torácica (fibromatose e condrosarcoma). Observou-se boa evolução no pós-operatório imediato, com extubação ao final da cirurgia, retirada do dreno torácico entre 5° e 8° PO. As complicações foram: atelectasia (10%), recorrência tumoral (10%), e óbito em 3 (30%) casos . CONCLUSÃO: Foi possível a reconstrução torácica em tempo único utilizando tela de polipropileno, polimetilmetacrilato e retalhos musculares, com recuperação precoce da função pulmonar e baixo índice de complicações imediatas.

Palavras-chave: Reconstrução torácica; Tumor torácico; Polimetilmetacrilato.

 

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