ISSN Online: 2177-1235 | ISSN Impresso: 1983-5175

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Busca por : Rodolfo Chedid

Uso do retalho osteocutâneo microcirúrgico de fíbula na reconstrução dos defeitos complexos de mandíbula

Igor Felix Cardoso; Juliano Carlos Sbalchiero; Analice Soares Batista; Bianca Maria Barros Ohana; Rodolfo Chedid; Gustavo Felix Cardoso; Paulo Roberto de Albuquerque Leal
Rev. Bras. Cir. Plást. 2011;26(1):42-47 - Artigo Original

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RESUMO

Introdução: O retalho livre osteocutâneo de fíbula é a primeira escolha para reconstrução de defeitos segmentares da mandíbula e tecido mole adjacente, na maioria das situações. Objetivo: Este estudo apresenta uma experiência de 4 anos com o uso de retalho osteocutâneo livre de fíbula para reconstrução mandibular. Método: Foi feita análise de 15 pacientes submetidos à reconstrução microcirúrgica de mandíbula e assoalho oral com retalho osteocutâneo de fíbula. O tempo médio de seguimento pós-operatório foi de 2 anos. Foram estudados classificação histopatológica do tumor primário, localização da porção mandibular ressecada, vasos utilizados para anastomose, retalhos associados, exposição à radioterapia, resultados e complicações. Resultados: O tipo histológico mais comum foi o carcinoma espinocelular (81%), seguido do osteossarcoma (13%). A porção mandibular ressecada com maior frequência foi o arco central, em 81% dos casos, e 87% dos pacientes foram expostos à radioterapia. A reconstrução foi imediata em 81% dos pacientes. Retalhos associados foram usados em 46% dos casos. Complicações imediatas foram observadas em 25% dos pacientes e tardias, em 31%, com taxa de sucesso de 100%. Conclusões: O retalho osteocutâneo livre de fíbula está indicado na reconstrução de grandes defeitos mandibulares. Sua indicação deve ser individualizada, levando-se em consideração riscos, benefícios e impacto na qualidade de vida do paciente.

Palavras-chave: Reconstrução. Microcirurgia. Mandíbula/cirurgia. Retalhos Cirúrgicos. Fíbula.

 

ABSTRACT

Introduction: The fibular osteocutaneous free flap is, in most situations, the first choice for reconstruction of segmental defects of the mandible and adjacent soft tissue. Objective: This study presents a four-year experiment with the use of a fibular osteocutaneous free flap for mandibular reconstruction in patients operated upon under the supervision of a single surgeon. Methods: Fifteen patients who underwent microsurgical reconstruction of the mandible and oral floor with a fibular osteocutaneous flap were analyzed. The average postoperative follow-up time was 2 years. Histopathological classification of the primary tumor, location of the resected mandibular portion, vessels used for anastomosis, associated flaps, exposure to radiotherapy, results, and complications were studied. Results: The most common histological type was squamous cell carcinoma (81%) followed by osteosarcoma (13%). The mandibular portion resected with greatest frequency was the central arc (81% of the cases), and 87% of patients received radiotherapy. Reconstruction was immediate in 81% of the patients. Associated flaps were used in 46% of the cases. Immediate complications were observed in 25% of patients and late complications in 31%; the success rate was 100%. Conclusions: The fibular osteocutaneous free flap is indicated for the reconstruction of large mandibular defects. This procedure may present postoperative complications that are significant but do not compromise the success of the procedure, and it must be individualized by taking into account the risks, benefits, and impact on the quality of life of patients.

Keywords: Reconstruction. Microsurgery. Mandible/surgery. Surgical Flaps. Fibula.

 

Complicações em Otoplastia

Felipe Vargas Borges; Celso Eduardo Jandre Boechat; Rodolfo Chedid; Rafael Ferreira Amaral; Ricardo Luis Vans
Rev. Bras. Cir. Plást. 2016;31(2):203-208 - Artigo Original

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RESUMO

INTRODUÇÃO: Orelha em abano é caracterizada pelo pobre desenvolvimento da anti-hélice, hiperplasia da concha, ângulo céfalo-auricular anormal, lóbulo grande e proeminente ou qualquer combinação dos itens citados. MÉTODOS: Foi realizado um estudo prospectivo, em que foram acompanhados 60 pacientes submetidos à otoplastia, no período de janeiro de 2014 a janeiro de 2015, no Hospital Municipal Barata Ribeiro. RESULTADOS: Entre as complicações precoces, citamos infecção (0%), hematoma (1,6%) e necrose de pele (3,3%). Entre as complicações tardias: assimetria (10%), recidiva (3,3%), extrusão de pontos (10%), granuloma, cicatriz hipertrófica (0%) e queloide (0%). Quando os pacientes foram questionados quanto aos resultados obtidos com a otoplastia, 3,3% responderam que o resultado foi ruim, 3,3% regular, 3,3% bom, 3,3% ótimo e 86,8% excelente. CONCLUSÃO: As taxas de complicações precoces e tardias são semelhantes às descritas na literatura.

Palavras-chave: Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Complicações pós-operatórias; Orelha externa/anormalidades; Pavilhão auricular.

 

ABSTRACT

INTRODUCTION: Protruding ears are caused by poor development of the antihelix, hyperplasia of the concha, abnormal cephaloauricular angle, a large and prominent lobule, or any combination of the above. METHODS: A prospective study was performed, in which 60 patients who underwent otoplasty were followed up from January 2014 to January 2015 at the Hospital Municipal Barata Ribeiro. RESULTS: Early complications included infection (0%), hematoma (1.6%), and skin necrosis (3.3%). Late complications included asymmetry (10%), recurrence (3.3%), extrusion of sutures (10%), granuloma formation (0%), hypertrophic scarring (0%), and keloid formation (0%). When patients were asked to rate the otoplasty, 3.3% stated that it was poor, 3.3% fair, 3.3% good, 3.3% very good, and 86.8% excellent. CONCLUSION: The rates of early and late complications are similar to those described in the literature.

Keywords: Reconstructive surgical procedures; Postoperative complications; External ear abnormalities; Auricle.

 

Tratamento cirúrgico da ptose palpebral moderada e grave: análise de resultados

Rodolfo Chedid; Celso EDUARDO Jandre Boechat; Fernando Serra Guimarães
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(2):222-228 - Artigo Original

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RESUMO

Introdução: A ptose palpebral é uma afecção comum na prática clínica na qual uma perfeita avaliação torna-se mandatória. Definimos ptose quando a margem palpebral encontra-se abaixo de 2 mm da junção corneoescleral e pode ser classificada em leve, moderada e grave. Existem inúmeras técnicas de reparo e a escolha dependerá da classificação da função do músculo levantador.
Métodos: Foram analisados de forma prospectiva, no período de março de 2013 a maio de 2015, quatorze (n = 14) pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico de ptose palpebral moderada e grave (n = 21). Inúmeros fatores foram estudados, tais como grau de ptose e função do músculo elevador da pálpebra, tipo de técnica de reparo, complicações imediatas e tardias, etc.
Resultados: Quatorze pacientes foram opera-dos, totalizando 21 pálpebras, sendo que, 85% foram de etiologia adquirida e 15% congênita. Com relação ao grau de ptose, 64,3% (n = 9) foram moderadas e 35,7% (n = 5) graves. No que tange à função do músculo levantador, encontramos função boa 28,5% (n = 4), moderada 28,5% (n = 4) e pobre 43% (n = 6). Em relação às com-plicações, 2 casos de hiperemia conjutival e um caso de edema. Obtivemos um alto índice de satisfação com 85,7% (n = 12), com baixas taxas de complicações.
Conclusão: A ptose palpebral é uma enfer-midade comum na prática clínica e exige por parte do cirurgião um perfeito conhecimento anatômico da delicada estrutura palpebral e também de sua fisiopatologia. Uma perfeita avaliação desse paciente torna-se mandatória para o emprego do tratamento mais adequado.

Palavras-chave: Blefaroptose; Blefarofimose; Miastenia gravis; Fascia lata; Doenças palpebrais

 

ABSTRACT

Introduction: Eyelid ptosis is a common condition in clinical practice for which a complete evaluation is mandatory. Ptosis is defined when the eyelid margin is 2 mm below the corneoscleral junction and can be classified as mild, moderate, and severe. There are numerous repair techniques, and the choice will depend on the classification of the function of the levator muscle.
Methods: We evaluated prospectively, from March 2013 to May 2015, 14 patients who underwent surgical treatment of moderate and severe ptosis (n = 21). Several factors were studied, such as degree of ptosis and function of the eyelid levator muscle, type of repair technique, and immediate and late complications.
Results: Fourteen patients (21 eyelids) underwent operation. The etiology was acquired in 85% of the cases and congenital in 15%. With respect to the degree of ptosis, 64.3% (n = 9) of the cases were moderate and 35.7% (n = 5) were severe. With respect to the muscle function of the levator, good, moderate, and poor functions were observed in 28.5% (n = 4), 28.5% (n = 4), and 43% (n = 6) of the cases, respectively. With regard to complications, 2 cases of conjunctival hyperemia and one case of edema were observed. We obtained a high satisfaction rate of 85.7% (n = 12), with low complication rates.
Conclusion: Eyelid ptosis is a common presentation in clinical practice and requires on the part of the surgeon a detailed anatomical knowledge of the delicate structure of the eyelid and its pathophysiology. A complete evaluation of these patients is mandatory for the employment of the most appropriate treatment.

Keywords: Blepharoptosis; Blepharophimosis; Myasthenia gravis; Fascia lata; Eyelid diseases

 

Perfil das reconstruções de pálpebra inferior no Instituto Nacional do Câncer: estudo retrospectivo de 137 casos

Rodolfo Chedid, Kenya de Souza Borges, Pedro Santos, Juliano Carlos Sbalchiero, Marcio Abreu Dibe, Paulo Roberto Leal, Kenya de Souza Borges, Pedro Santos, Juliano Carlos Sbalchiero, Marcio Abreu Dibe, Paulo Roberto Leal
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):22 - Crânio, Face e Pescoço

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Reconstrução de pálpebra inferior com retalho modificado de Hughes: análise de resultados e complicações no Instituto Nacional de Câncer Rio de Janeiro, Brasil

Kênya de Souza Borges, Rodolfo Chedid, Márcio Dibe, Juliano Carlos Sbalchiero, Paulo Roberto Albuquerque Leal
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):23 - Crânio, Face e Pescoço

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Reconstrução palpebral inferior com enxerto cartilaginoso: estudo retrospectivo de 18 casos

Rodolfo Chedid, Kenya de Souza Borges, Eduardo Ravasio Machado, Bianca Maria Barros Ohana, Juliano Carlos Sbalchiero, Paulo Roberto Leal
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):25 - Crânio, Face e Pescoço

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Perfil das reconstruções microcirúrgicas no INCA: análise retrospectiva de 46 casos

Marcio Walace Santos Gomes; Mario Galvão; Marcelo Moreira; Brasil Caiado; Rodolfo Chedid; Guilherme Graziosi
Rev. Bras. Cir. Plást. 2012;27(3 Suppl.1):35 - Crânio, Face e Pescoço

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Avaliação dos pacientes submetidos a mandibulectomia com reconstrução microcirúrgica no INCA

Rodrigo Honorato de Caldas Osório; Ciro Portinho; Rodolfo Chedid; Juliano Sbalchiero; Mario Russano; Paulo Roberto Leal
Rev. Bras. Cir. Plást. 2011;26(3 Suppl.1):45 - Crânio, Face e Pescoço

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Enxerto de gordura em reconstrução mamária

Bianca Maria Barros Ohana; Paulo Roberto de Albuquerque Leal; Rodolfo Chedid; Mario Russano; Igor Felix; Analice Soares
Rev. Bras. Cir. Plást. 2011;26(3 Suppl.1):66 - Artigo Original

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Reconstrução de extremidades com retalho livre de fíbula após ressecções oncológicas

Eduardo Ravasio Machado, Juliano Sbalchiero, Ciro Paz Portinho, Rodolfo Chedid, Julia Pinto Amando
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):80 - Extremidades

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