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Piezoelectric preservative rhinoplasty: an alternative approach for treating bifid nose in Tessier No. 0 facial cleft

Luiz Carlos Ishida; Rodolfo Costa Lobato; Bruno Ferreira Luitgards; Marcelo José Monteiro Carvas; Juan Felippe Guimarães Urcioli Mosquera de Rodriguez; Rolf Gemperli
Rev. Bras. Cir. Plást. 2020;35(3):368-372 - Case Reports

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ABSTRACT

The bifid nose management in Tessier nº 0 facial cleft is controversial due to its characteristics, such as a wide bone vault, low dorsal height, excessive skin, soft tissues volume, and distant upper and lower lateral cartilages. Conservative rhinoplasty techniques, using piezoelectric instruments, can be a good option for the bifid nose treatment, as they preserve the roof and upper lateral cartilages and perform a more accurate osteotomy. We report the treatment of bifid nose in a 13-year-old boy with facial cleft No. 0, to whom was performed conservative rhinoplasty with the aid of piezoelectric material. Given the excess of skin and soft tissues, a completely external transcutaneous approach was chosen. For osteotomies, lateral fractures under direct piezo-assisted vision were performed to have better control of the bone vault narrowing. The upper lateral cartilages and the internal nasal valves were preserved and brought back to the midline with horizontal "U" sutures to obtain a projection of the cartilaginous vault. A large segment of skin and soft tissue was excised after narrowing the nasal vault. A year of follow-up shows a narrow bone pyramid, better projection, and tip definition, but persisting with a vertically short nose. Conservative rhinoplasty techniques, assisted by piezoelectrics, may be an option for bifid nose treatment, requiring long-term follow-up and a study with more cases.

Keywords: Nose; Nasal diseases; Rhinoplasty; Piezosurgery; Plastic surgery.

 

RESUMO

O manejo do nariz bífido na fissura facial de Tessier nº 0 é controverso devido às suas características, como uma ampla abóbada óssea, baixa altura dorsal, excesso de pele, volume de partes moles e cartilagens laterais superiores e inferiores distantes. Técnicas conservadoras de rinoplastia, utilizando instrumentos piezelétricos, podem ser uma boa opção para o tratamento do nariz bífido, pois preservam o teto e as cartilagens laterais superiores e realizam uma osteotomia mais precisa. Relatamos o tratamento de nariz bífido em um menino de 13 anos com fissura facial nº 0, no qual foi realizada a rinoplastia conservadora com auxílio de material piezoelétrico. Dado o excesso de pele e tecidos moles, optou-se por uma abordagem transcutânea completamente externa. Para osteotomias, fraturas laterais sob visão direta assistida por piezo foram realizadas para ter um melhor controle do estreitamento da abóbada óssea. As cartilagens laterais superiores e as válvulas nasais internas foram preservadas e reaproximadas à linha média com suturas em "U" horizontais, a fim de obter projeção da abóbada cartilaginosa. Um grande segmento de pele e tecidos moles foi extirpado após estreitamento da abóbada nasal. Um ano de acompanhamento mostra uma pirâmide óssea estreita, melhor projeção e definição de ponta, mas persistindo com um nariz verticalmente curto. Técnicas conservadoras de rinoplastia, assistidas por piezoelétricas, podem ser uma opção para o tratamento do nariz bífido, exigindo um acompanhamento a longo prazo e um estudo com mais casos.

Palavras-chave: Nariz; Doenças nasais; Rinoplastia; Piezocirurgia; Cirurgia plástica

 

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