ISSN Online: 2177-1235 | ISSN Print: 1983-5175

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Breast reconstruction in two stages with tissue expanders and silicone breast implants

Andreia Bufoni Farah; Fabio Xerfan Nahas; José de Arimatéia Mendes
Rev. Bras. Cir. Plást. 2015;30(2):172-181 - Original Article

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ABSTRACT

INTRODUCTION: Immediate breast reconstruction with an expander/implant is a good option for women submitted to mastectomy. This study aimed to evaluate the results of immediate breast reconstruction with implants and expanders in patients who did or did not undergo postoperative radiotherapy. METHODS: A consecutive prospective study that involved 83 women submitted to immediate breast reconstruction, was carried out by first performing breast reconstruction surgery with expanders and then with implants. The study was conducted between 2007 and 2012 and accounted for a total of 90 reconstructions. In the first surgery, an expander was placed in a submuscular bag under the pectoralis major and serratus muscles. In the second surgery, the expander was replaced by an implant. We compared the surgical outcomes of both types of surgeries (with implants and with expanders) in patients who underwent postoperative radiotherapy and those who did not. RESULTS: After the first surgery, 33 patients (39.8%) received radiotherapy, and 13.25% experienced complications, including expander displacement (4.8%), emptying (2.4%), infection (2.4%), skin dehiscence (2.4%), and extrusion (1.2%). After the second surgery, 17.6% of the subjects experienced complications, including capsular contracture (7%), extrusion (5.3%), and infection (5.3%). With regard to the first surgery, 18.8% of the patients who underwent radiotherapy and 10.0% of those who did not, experienced complications. With regard to the second surgery, these prevalences were 46.6 % and 7.14%, respectively. CONCLUSION: Patients who received radiotherapy after breast reconstruction surgery experienced more complications.

Keywords: Breast cancer; Mammoplasty; Tissue expanders; Breast implants; Radiotherapy.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO: A reconstrução mamária imediata com expansor/implante permanece uma opção importante para mulheres submetidas à mastectomia. O objetivo desse estudo foi avaliar os resultados de reconstrução mamária imediata com emprego expansores e implantes em pacientes submetidas à radioterapia e não submetidas à radioterapia no pós-operatório. MÉTODOS: Foi realizado estudo prospectivo consecutivo com 83 mulheres submetidas à reconstrução mamária imediata com expansores seguido de implantes no período de 2007 a 2012, totalizando 90 reconstruções. No primeiro tempo cirúrgico, o expansor foi colocado em uma bolsa submuscular sob os músculos peitoral maior e serrátil. No segundo tempo, o expansor foi substituído pela prótese. Dois grupos de pacientes foram comparados: (1) pacientes que receberam radioterapia no pós-operatório e (2) pacientes que não receberam radioterapia no pós-operatório. Os resultados foram avaliados em cada grupo nos dois tempos cirúrgicos. RESULTADOS: Trinta e três pacientes receberam tratamento radioterápico (39,8%) no final da expansão. Observamos a ocorrência de 13,25% de complicações no primeiro tempo: deslocamento do expansor (4,8%), esvaziamento (2,4%), infecção (2,4%), deiscência de pele (2,4%) e extrusão (1,2%). No segundo tempo, as complicações foram 17,6%: contratura capsular (7%), extrusão (5,3%), e infecção (5,3%). Com relação aos grupos estudados no primeiro tempo, aqueles que fizeram radioterapia tiveram (18,18%) de complicações e o grupo não exposto à radioterapia apenas (10,0%). No segundo tempo, encontramos 7 (46,6%) complicações para radioterapia e apenas 3 (7,14%) para o grupo não irradiado. CONCLUSÕES: Pacientes que receberam radioterapia posteriormente à reconstrução apresentaram maiores índices de complicações.

Palavras-chave: Câncer de mama; Mamoplastia; Expansores de Tecido; Implantes de Mama; Radioterapia.

 

Cephalic vein transposition for head and neck microsurgical reconstruction: anatomical study in cadavers

RONEY GONÇALVES FECHINE FEITOSA; PEDRO NORTON GONÇALVES DIAS; ANDRÉ DE CASTRO LINHARES; FLAVIA MODELLI VIANNA WAISBERG; AN WAN CHING; JOSÉ DE ARIMATÉIA MENDES; LYDIA MASAKO FERREIRA
Rev. Bras. Cir. Plást. 2020;35(4):408-411 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Cephalic vein transposition is an interesting alternative as a donor vein in head and neck cancer reconstruction in patients with a cervical radiotherapy history. This work aims to evaluate the cephalic vein anatomical characteristics in cadavers.
Methods: Six cephalic veins from three cadavers were dissected. The veins were sectioned in the medial part of the arm and transposed to the neck over the clavicles.
Results: The veins had an average length of 18.75 ± 1.84 cm and several tributaries with a variation of 7-9. The diameter coincided in both veins of each corpse. The anatomical parameter used to identify them (deltopectoral groove) proved reliable, allowing predictable dissection.
Conclusion: The cephalic vein has constant characteristics and is easy to locate, being an option relevant to the reconstructive plastic surgeon's therapeutic arsenal.

Keywords: Head and neck neoplasms; Reconstructive surgical procedures; Microsurgery; Autologous transplantation; Radiotherapy.

 

RESUMO

Introdução: A transposição de veia cefálica é uma alternativa interessante como veia doadora na reconstrução oncológica de cabeça e pescoço em pacientes com história de radioterapia cervical. O objetivo do trabalho é avaliar as características anatômicas da veia cefálica em cadáveres.
Métodos: Foram dissecadas seis veias cefálicas de três cadáveres. As veias foram seccionadas na parte medial do braço e transpostas até o pescoço por cima das clavículas.
Resultados: As veias apresentaram média de comprimento de 18,75±1,84cm e número de tributárias com variação de 7-9. O diâmetro coincidiu em ambas as veias de cada cadáver. O parâmetro anatômico usado para identificá-las (sulco deltopeitoral) se mostrou confiável, possibilitando uma dissecação previsível.
Conclusão: A veia cefálica tem características constantes e fácil localização, sendo uma opção relevante ao arsenal terapêutico do cirurgião plástico reconstrutor.

Palavras-chave: Neoplasias de cabeça e pescoço; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Microcirurgia; Transplante autólogo; Radioterapia

 

Avaliação das pacientes submetidas à reconstrução mamária imediata com expansor, no período de fevereiro de 2008 a julho de 2010

Walter Wanderley Amoras Junior, Fábio Xerfan Nahas, Andréia Bufoni Farah, José de Arimatéia Mendes, Renata Orlando Busch, Cristina Chamie El Houmsi
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):46 - Body and Chest

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Retalho miocutâneo local: opção segura e versátil nas reconstruções de vulvectomia radical

Cristina Chamie El Houmsi, Andreia Bufoni Farah, José de Arimatéia Mendes, Fabio Xerfan Nahas, Renata Orlando Busch, Walter W. Amoras Júnior
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):87 - Extremities

PDF Portuguese

Compreensão pré-operatória dos pacientes sobre cicatrizes resultantes de cirurgia plástica ambulatorial

Renata Orlando Busch, Fabio Xerfan Nahas, José de Arimatéia Mendes, Andréia Bufoni Farah, Walter Wanderlei Amoras Jr., Cristina Chamie El Houmsi, Flavio Jun Yokoyama, Maria José Rocha
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):92 - General

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Perfil epidemiológico dos pacientes portadores de queloide no ambulatório de Cirurgia Plástica, no período de janeiro a julho de 2010

Walter Wanderley Amoras Junior, Fabio Xerfan Nahas, José de Arimatéia Mendes, Andréia Bufoni Farah, Renata Orlando Busch, Keylla Cristina de Oliveira Romariz, Cristina Chamie El Houmsi, Flavio Jun Yokoyama
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(3 Suppl.1):99 - General

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