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Neocolpoplasty with excluded sigmoid segment

Francisco Leopoldo Ferreira Pereira, Antonio Roberto Bozola
Rev. Bras. Cir. Plást. 2009;24(4):450-455 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: The use of intestinal loops for treatment of vaginal agenesis remounts to the beginning of XX century; however it has been little popularized. Methods: The authors present seven cases wherein the neocolpoplasty has been realized with the use of excluded sigmoid loop, transposed trough the bottom of Douglas sack by peritoneal incision and accommodated in a dissected tunnel between the rectum and the bladder. The inferior extremity was sutured to the vaginal introit with incision in V, and the superior extremity closed in a blind bottom, or sutured around of the telescoped uterine cervix trough her, when the uterus was present. Results: The evolution is from three to ten years. The technique was executed in three cases with vagina absence associated to the uterus agenesis, one case of adrenogenital syndrome with the vagina atresia associated to an infantile uterus, and three cases of vaginal agenesis with the presence of functional uterus. The uterus was preserved with his lap inside of the neovagina, allowing normal menstruation in two of them. Discussion: Weren't necessary, not even indicated, dilations or use of molds in the postoperative period. The results were good and the index of complications was small. The vaginas allow easy penetration. They are ample, deep and elastic, with lubrication and normal visual aspect. Conclusion: The neocolpoplasty show it to be a viable technique with low complication index, mainly estenoses.

Keywords: Vagina/abnormalities. Vagina/surgery. Colon, sigmoid/transplantation.

 

RESUMO

Introdução: O emprego de alças intestinais para tratamento de agenesia de vagina remonta ao início do século vinte, porém tem sido pouco popularizado. Método: Os autores apresentam sete casos em que a neocolpoplastia foi realizada com o emprego de alça exclusa de sigmóide, transposta através do fundo de saco de Douglas, por incisão peritoneal, e alojada em um túnel dissecado entre o reto e a bexiga. A extremidade inferior foi suturada ao intróito vaginal com incisão quebrada em V, e a extremidade superior fechada em fundo cego, ou suturada ao redor do colo uterino telescopado através dela, quando o útero estava presente. Resultados: A evolução é de três a dez anos. A técnica foi executada em três casos com ausência de vagina associada à agenesia de útero, um caso de síndrome adrenogenital com atresia de vagina associada a útero infantil, e três casos de agenesia de vagina com presença de útero funcional. O útero foi preservado, com seu colo dentro da neovagina, permitindo menstruações normais em dois deles. Discussão: Não foram necessários, nem indicados, dilatações ou uso de moldes no período pós-operatório. Os resultados foram bons e o índice de complicações pequeno. As vaginas permitem penetração fácil. São amplas, profundas e elásticas, com lubrificação e aspecto visual normais. Conclusão: A neocolplastia mostrou-se uma técnica viável com baixo índice de complicação, principalmente estenoses.

Palavras-chave: Vagina/anormalidades. Vagina/cirurgia. Colo sigmóide/transplante.

 

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