ISSN Online: 2177-1235 | ISSN Impresso: 1983-5175

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Busca por : Felipe de Vilhena Moraes Nogueira

Avaliação oncológica após reconstrução mamária com lipoenxertia

Gabriel Vieira Braga Ferraz Coelho; Felipe de Vilhena Moraes Nogueira; Vagner Franco da Silveira Junior; Camila Zirilis Naif de Andrade; Hélio Humberto Angotti Carrara; Harley Francisco de Oliveira; Marcelo Felix da Silva; Jayme Adriano Farina Junior
Rev. Bras. Cir. Plást. 2014;29(2):243-247 - Artigo Original

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RESUMO

INTRODUÇÃO: A reconstrução mamária é etapa fundamental no tratamento de pacientes com câncer de mama, sendo a lipoenxertia um importante recurso para melhora no resultado estético. Todavia, recentemente, alguns autores têm questionado a segurança da lipoenxertia, sugerindo que essa técnica possa aumentar o risco de recidiva tumoral local. MÉTODOS: Estudo retrospectivo, tipo coorte transversal, realizado por meio de revisão de prontuários médicos de pacientes submetidas a reconstrução mamária com lipoenxertia pela Divisão de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da FMRP-USP, no período de 2006 a 2010. RESULTADOS: Foram selecionadas 18 pacientes, sendo que oito (44%) apresentaram tumor do tipo histológico ductal. Três pacientes (17%) foram submetidas a quimioterapia neoadjuvante, sendo que destas, duas (11%) foram submetidas também a quimioterapia adjuvante; nove (50%) foram submetidas apenas a quimioterapia adjuvante. Onze pacientes (61%) foram submetidas a radioterapia adjuvante, e treze (72%) fizeram tratamento hormonal. Quanto à reconstrução da mama, oito pacientes (44,4%) realizaram TRAM, seis (33,3%), expansor mais prótese e quatro (22,2%), grande dorsal mais prótese. O número de sessões de lipoenxertia variou entre um e quatro. Não foi identificado nenhum caso de recidiva tumoral locorregional. CONCLUSÃO: Não foi evidenciado nenhum caso de recidiva tumoral locorregional, o que acrescenta, até o momento, confiabilidade e segurança à lipoenxertia como arsenal para os procedimentos que visam melhorar os resultados da reconstrução mamária após o tratamento oncológico.

Palavras-chave: Reconstrução de Mama; Câncer de Mama; Lipoenxertia; Recidiva Tumoral.

 

ABSTRACT

INTRODUCTION: Breast reconstruction is an essential step in the treatment of patients with breast cancer. Fat grafting is an important resource for improved esthetic results. Recently, however, some authors have questioned the safety of fat grafting, suggesting that this technique can increase the risk of local tumor recurrence. METHODS: A retrospective, cross-sectional cohort study was conducted through a review of medical records of patients who underwent breast reconstruction with fat grafting by the Plastic Surgery Division of the Clinical Hospital of the Ribeirão Preto Faculty of Medicine of the University of São Paulo (FMRP-USP), from 2006 to 2010. RESULTS: We selected 18 patients, of whom eight (44%) had ductal carcinoma by histology. Three patients (17%) underwent neoadjuvant chemotherapy, and of these, two (11%) were also subjected to adjuvant chemotherapy. Nine (50%) received only adjuvant chemotherapy. Eleven patients (61%) underwent adjuvant radiotherapy, and thirteen (72%) had hormonal therapy. For breast reconstruction, eight patients (44.4%) underwent a transverse rectus abdominis myocutaneous (TRAM) flap procedure, six (33.3%) had an expander and prostheses, and four (22.2%) underwent a procedure with the latissimus dorsi muscle flap and prostheses. The number of fat grafting sessions ranged from one to four. No cases of locoregional recurrence of breast cancer were identified. CONCLUSION: There has been no evidence of locoregional recurrence to date, demonstrating that fat grafting is a reliable and safe procedure for improving the results of breast reconstruction after cancer treatment.

Keywords: Breast reconstruction; Breast cancer; Fat grafting; Tumor recurrence.

 

Lipoaspiração e embolia gordurosa: revisão de literatura

Felipe de Vilhena Moraes Nogueira; Gabriel Vieira Braga Ferraz Coelho; Vagner Franco da Silveira Junior; Camila Zirlis Naif de Andrade; Cristina Marly Cunha Hetem; Jayme Adriano Farina Junior
Rev. Bras. Cir. Plást. 2015;30(2):291-294 - Artigo de Revisão

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RESUMO

A cirurgia de lipoaspiração é com alguma frequência relacionada a consequências dramáticas ou fatais, causando grande repercussão no meio médico e principalmente na mídia leiga. Esse fato não deve fazer com que o cirurgião plástico evite essa cirurgia, mas sim estimulá-lo a conhecer profundamente a fisiopatologia inerente ao procedimento, buscando meios embasados de realizá-lo da forma mais segura possível, reduzindo ao máximo os riscos de complicações, principalmente as mais graves. Esse artigo teve o objetivo de realizar uma revisão bibliográfica a respeito especificamente da embolia gordurosa causada pela lipoaspiração, relacionada inúmeras vezes a pós-operatórios dramáticos e fatais. Além disso, ressalta alguns cuidados preventivos para uma maior segurança com esse procedimento.

Palavras-chave: Cirurgia plástica; Lipoaspiração; Embolia gordurosa; Embolia pulmonar.

 

ABSTRACT

Liposuction surgery is often associated with severe or fatal consequences, causing great repercussions in the medical field, and especially in the lay media. This should not cause the plastic surgeon to avoid the procedure, but rather should promote deeper knowledge of the basic pathophysiology. All means to accomplish the surgery in the safest possible way should be utilized, to minimize the risk of complications, especially the most severe risks. This article reviews the literature on liposuction-induced fat embolism, which is often associated with severe complications in the postoperative period, and even fatal outcomes. In addition, this study highlights several preventive measures that can be adopted to ensure greater safety of this procedure.

Keywords: Plastic surgeon; Liposuction; Fat embolism; Pulmonary embolism.

 

Análise do uso de pontos capitonados e drenos na correção cirúrgica de ginecomastia

Felipe de Vilhena Moraes Nogueira; Luiz Alcebiades Moraes de Oliveira; Daniel Bacco Vilela; Fernando Salgueiro Simões; Mário Eduardo Pereira Monteiro de Barros; Jayme Adriano Farina Jr
Rev. Bras. Cir. Plást. 2012;27(3 Suppl.1):77 - Tórax e Tronco

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