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Seroma in lipoabdominoplasty and abdominoplasty: ultrasonographic comparative study

Marcello Di Martino; Fábio Xerfan Nahas; Neil Ferreira Novo; Alexandro Kenji Kimura; Lydia Masako Ferreira
Rev. Bras. Cir. Plást. 2010;25(4):679-687 - Original Article

PDF Portuguese


Background: Seroma is one of the most common complications in abdominoplasty. Objective: To compare the rate of seroma formation in patients who underwent either abdominoplasty and lipoabdominoplasty. Methods: The sample consisted of 41 female patients, who were divided into three groups and underwent one of the following procedures: group A (n=21), abdominoplasty and group B (n=20), lipoabdominoplasty. In order to investigate seroma formation, abdominal ultrasound was performed in 5 regions of the abdominal wall [epigastrium (EPI), umbilical (UMB), hypogastrium (HYPO), right iliac fossa (RIF) and left iliac fossa (LIF)], at two postoperative periods: (P1), between postoperative days 11 and 14, and (P2), between postoperative days 18 and 21. Results: The rate of seroma formation at both P1 and P2 was significantly higher in group A than in group B. It was observed that, in group A at P1, the regions RIF and LIF developed larger fluid collections. In group B, there were significantly larger fluid collections in the HYPO region at P1, and in the UMB and HYPO regions at P2. Conclusion: Lipoabdominoplasty is effective technique for the prevention of seroma compared with abdominoplasty.

Keywords: Seroma. Abdomen/surgery. Lipectomy. Plastic surgery. Ultrasonography.



Introdução: O seroma é uma das complicações mais frequentes nas abdominoplastias. Objetivo: Comparar a incidência de seroma em pacientes submetidos à abdominoplastia convencional e à lipoabdominoplastia. Método: Foram estudadas 41 pacientes, divididas em dois grupos: Grupo A (21 pacientes submetidas à abdominoplastia convencional e Grupo B (20 pacientes submetidas à lipoabdominoplastia). Para a investigação da formação de seroma foi realizado ultrassonografia de cinco regiões da parede abdominal (epigástrio (EPI), umbilical (UMB), hipogástrio (HIPO), fossa ilíaca direita (FID) e fossa ilíaca esquerda (FIE)) em dois momentos: entre o 11º e o 14º dia de pós-operatório (DPO) (P1) e entre o 18º e 21º DPO (P2). Resultados: A incidência de seroma tanto em P1 quanto em P2 foi significativamente maior no grupo A que no grupo B. Observou-se que no grupo A, no P1, as regiões FID e FIE apresentaram maior incidência de coleções fluidas. No grupo B, houve uma maior incidência de coleções fluidas na região HIPO em P1 e nas regiões UMB e HIPO em P2. Conclusão: Houve menor incidência de seroma nos pacientes submetidos à lipoabdominoplastia em relação à abdominoplastia convencional nos momentos estudados.

Palavras-chave: Seroma. Abdome/cirurgia. Lipectomia. Cirurgia plástica. Ultrassonografia.



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